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Lindbergh e esquerda acusam Flávio Bolsonaro de cortar o Pix se eleito

Lindbergh Farias acusa Flávio Bolsonaro de que o Pix pode terminar se for eleito; caso ganha contornos após relatório americano que cita o sistema entre barreiras

Movimentos e influenciadores de esquerda espalham informação de que Flávio Bolsonaro pretende acabar com o Pix a mando dos EUA. (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
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  • Lindbergh Farias acusou Flávio Bolsonaro de querer zerar o Pix caso seja eleito presidente, dizendo que ele seguiria ordens de Trump.
  • A crítica foi publicada em rede social nesta quinta-feira e envolve alegação de alinhamento com interesses estrangeiros.
  • Um relatório dos Estados Unidos apontou o Pix como possível barreira ao comércio, mencionando preocupações sobre regulação financeira e o papel do Banco Central.
  • Perfis alinhados à esquerda ampliaram a narrativa, associando o senador a interferência externa e defendendo o Pix.
  • O documento também aborda disputas comerciais entre Brasil e Estados Unidos, como patentes, propriedade intelectual, tarifas sobre etanol, carne suína e incentivos à produção audiovisual.

O deputado federal Lindbergh Farias afirmou, nesta quinta-feira (2), que Flávio Bolsonaro pode acabar com o Pix se for eleito presidente. A acusação foi publicada nas redes sociais, acompanhada de críticas à atuação de autoridades norte-americanas.

Segundo Lindbergh, o pré-candidato do PL-RJ estaria alinhado a interesses estrangeiros e teria omissão de críticas aos Estados Unidos. A postagem atribui ao apoio de Washington prejuízos à soberania brasileira.

A Gazeta do Povo procurou o senador Flávio Bolsonaro, por meio de assessores, e aguarda resposta. Não houve confirmação imediata sobre o conteúdo ou respaldo de Flávio aos argumentos apresentados.

Relatório americano e o Pix

O Escritório de Representação Comercial dos EUA divulgou documento que aponta o Pix entre supostas barreiras brasileiras ao comércio. O relato traz críticas a regulamentações de redes sociais e a medidas tributárias.

O relatório destaca que o Banco Central centraliza funções ligadas ao Pix e cita receios de empresas americanas sobre favorecimento do sistema nacional de pagamentos. A publicação tem oito páginas dedicadas ao Brasil.

Além do Pix, o texto aborda disputas comerciais entre Brasil e EUA, incluindo patentes, propriedade intelectual, tarifas sobre etanol e restrições sanitárias à carne suína. O tema envolve também incentivos à produção audiovisual brasileira.

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