- Um vaso sanitário dourado, intitulado “Um trono digno de um rei”, foi instalado no National Mall, em Washington, a poucos quarteirões da Casa Branca, para ironizar o presidente Donald Trump.
- A intervenção é promovida pelo grupo de artistas anônimos Secret Handshake, que já havia instalado esculturas políticas na capital, incluindo uma com Trump e Jeffrey Epstein.
- Uma placa de bronze na obra afirma que Trump priorizou a renovação do banheiro Lincoln, na Casa Branca, em meio a divisões políticas e turbulências econômicas.
- Visitantes, como a aposentada Nancy Chase, disseram ter ido à região para registrar a cena, e o aposentado William Hoker afirmou ter visto a estátua antes que fosse removida.
- A peça segue como crítica às reformas de Trump e à ênfase na pompa associada à sua gestão.
Um vaso sanitário dourado foi instalado no National Mall, em Washington, a poucos quarteirões da Casa Branca, como ato satírico direcionado ao presidente Donald Trump. A obra, chamada Trono de Realeza, foi organizada pelo grupo de artistas anônimos Secret Handshake. A instalação ocorreu recentemente na região central da capital.
A peça ironiza as reformas promovidas por Trump na Casa Branca, especialmente a renomeação de espaços históricos. Uma placa de bronze na base da obra afirma que o presidente priorizou a renovação do banheiro Lincoln, criando o tom de discurso político do conjunto.
Turistas e curiosos estiveram no local para registrar a intervenção, inclusive quem comenta a controvérsia e a percepção da obra diante da figura pública. Alguns descrevem a iniciativa como provocação, enquanto outros veem humor político na ação.
Contexto e histórico do grupo
O Secret Handshake já instalou outras obras de tom político em Washington, incluindo uma escultura que reúne Trump e Jeffrey Epstein apertando as mãos. A ação busca provocar debate sobre o estilo de governança e as prioridades administrativas na capital.
Entre os visitantes, há quem compare a instalação a uma encenação e quem afirma acompanhar as obras do grupo com interesse. A reação pública varia entre curiosidade, críticas e apoio ao caráter satírico da intervenção.
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