- Lula confirmou que Geraldo Alckmin será seu vice na tentativa de reeleição, encerrando meses de especulação sobre a chapa.
- O objetivo de atrair um grande partido de centro falhou, com MDB, PSD e União Brasil sem fechar acordo com o presidente.
- A tendência é formar uma coligação majoritariamente de esquerda, similar à usada em 2022, com apoio de PSB, Partido dos Trabalhadores e aliados menores.
- Bolsonaro, em 2022, contou com apoio de Republicanos e Partido Progressista; PSL não é mencionado como parte da aliança atual.
- O PSB deve permanecer como segundo maior partido na base de Lula; aliados no MDB e no PSD, principalmente no Nordeste, também devem integrar a bancada.
O presidente Lula confirmou, nesta terça-feira, 31, que Geraldo Alckmin será seu vice na tentativa de reeleição. A disputa busca atrair um partido do centro, mas o plano não avançou.
Lula encarou a tarefa de costurar alianças com MDB, PSD e União Brasil, siglas que não caminharam juntas na chapa. A estratégia acabou repetindo a configuração de 2022, com apoio mais à esquerda.
A companhia de Alckmin surge como peça-chave na coligação, ainda que aliados considerem difícil ampliar o apoio de siglas do Centrão. O objetivo é formar uma base estável para a disputa federal.
Contexto político
Analistas apontam que PSB tende a ser o segundo maior aliado de Lula, atrás do PT, em 2026. Há expectativa de apoio também de MDB e PSD, especialmente no Nordeste.
A relação entre o vice e o governo é observada sob o prisma da governabilidade. Especialistas destacam que a experiência de Alckmin pode influenciar a articulação política no Congresso.
Histórico de vice
Ao longo dos anos, Lula já manteve vices ativos em suas campanhas, como José Alencar, que integrou o grupo vitorioso de 2002 e 2006. A comparação entre Alencar e Alckmin é objeto de debate entre especialistas.
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