- A senadora Eliziane Gama publicou conteúdos nas redes destacando sua fé evangélica após a CPMI do INSS rejeitar o relatório final.
- A votação ficou em 19 votos a 12 pela rejeição do texto, que tinha cerca de 4,4 mil páginas e recomendava o indiciamento de 216 pessoas por supostas fraudes no INSS.
- O relatório foi elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar e gerou divergências, incluindo a menção a nomes ligados ao governo, como Fábio Luís Lula da Silva.
- A investigação apontou que 47 entidades associativas e sindicais realizaram descontos em folhas de pagamento entre 2015 e 2025, com movimentação estimada em R$ 10,5 bilhões.
- Em busca da reeleição, Eliziane enfrenta resistência de parte da base evangélica no Maranhão, conforme reportado pelo Exibir Gospel.
A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) passou a destacar publicamente sua fé evangélica nas redes sociais após a votação da CPMI do INSS, que rejeitou o relatório final. O voto da parlamentar foi considerado decisivo para o resultado da comissão.
Em posts, ela aparece lendo a Bíblia ao lado dos pais, que integram a Assembleia de Deus no Maranhão. Em outra publicação, afirma que suas decisões são guiadas pela fé. Ela também afirmou que está dentro do que Deus orientou.
A CPMI rejeitou o relatório por 19 votos a 12. O documento, com cerca de 4,4 mil páginas, sugeria o indiciamento de 216 pessoas por supostas fraudes no INSS. O texto foi elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) e gerou controvérsias ao citar nomes ligados ao governo, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.
Mais de 47 entidades associativas e sindicais teriam feito descontos em folhas de pagamento entre 2015 e 2025, com movimentação estimada em 10,5 bilhões de reais. A investigação ampliou o debate sobre o uso de recursos e a relação entre entidades e o governo.
Contexto político e reação
Candidata à reeleição, Eliziane Gama enfrenta resistência de parte de sua base eleitoral no Maranhão, principalmente entre eleitores evangélicos. A atuação recente é observada como ajuste de comunicação com esse segmento, conforme surgiram reportagens sobre a percepção de identidade religiosa nas redes sociais.
Entre na conversa da comunidade