- AtlasIntel aponta desaprovação de Lula entre evangélicos em 85,5%, alta em relação aos 74,2% de fevereiro.
- A pesquisa ouviu 5.028 brasileiros adultos entre 18 e 23 de março de 2026, com margem de erro de 1 ponto percentual.
- Entre católicos, os índices são mais favoráveis, mas não compensam a resistência observada entre evangélicos.
- Desaprovação cresce entre faixas etárias: jovens de 16 a 24 anos passam de 58,6% para 72,7%; pessoas com 60 anos ou mais vão de 39,2% para 50,8%.
- Regionalmente, Centro-Oeste (65,9%), Norte (63,9%) e Sul (60,2%) registram maior rejeição, enquanto Nordeste aprova 55,6% (43,9% desaprovação).
O AtlasIntel divulgou um levantamento que aponta queda adicional na aprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com mudanças expressivas entre eleitores evangélicos. O estudo indica que 85,5% dos evangélicos desaprovam o governo, contra 74,2% em fevereiro, sinalizando resistência relevante desse segmento.
Entre católicos, Lula mantém índices menos desfavoráveis, mas o recorte religioso em geral aparece como desafio para ampliar o apoio ao presidente. Os dados destacam que a rejeição entre evangélicos é o principal entrave para ampliar votos no grupo.
A pesquisa também mostra elevações em outras faixas etárias. Jovens de 16 a 24 anos passaram de 58,6% para 72,7% de desaprovação, enquanto pessoas com 60 anos ou mais subiram de 39,2% para 50,8%.
Regionalmente, o Centro-Oeste registra 65,9% de desaprovação, o Norte 63,9% e o Sul 60,2%. O Nordeste é a única região com aprovação maior que desaprovação, em 55,6% versus 43,9%.
Dados da pesquisa
O levantamento ouviu 5.028 brasileiros adultos entre 18 e 23 de março de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo BR-04227/2026.
Contexto e manifestações
A divulgação gerou reações em redes sociais, com falas de líderes religiosos assumindo o tom de resistência ao que classificam como esquerda. Comentários enfatizam o papel da igreja em comunidades onde o poder público é visto como ausente.
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