- Em dois cenários de primeiro turno, Flávio Bolsonaro e Lula da Silva aparecem empatados tecnicamente; em um terceiro, há empate numérico dentro da margem de erro, e no segundo turno o empate é 46% a 46%.
- Cenários com Caiado como candidato do PSD mostram Lula em vantagem numérica sobre Flávio (41% a 38%), enquanto sem o PSD há 42% a 39% a favor de Lula.
- Com Eduardo Leite no PSD, Lula e Flávio ficam empatados, 39% para cada.
- No segundo turno, a pesquisa aponta empate de 46% a 46% entre Lula e Flávio.
- Rejeição: Lula é rejeitado por 49% e Flávio, por 48%; avaliação negativa do governo Lula é 44%, positiva 35% e regular 21%.
- Fonte: pesquisa Nexus para BTG Pactual, com 2.006 eleitores entrevistados por telefone entre 27 e 29 de março, com margem de erro de ±2 pontos percentuais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparecem empatados tecnicamente em cenários de primeiro turno para a eleição presidencial deste ano, segundo a pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta segunda-feira (30). Em um terceiro cenário de primeira rodada, eles registram empate dentro da margem de erro. No segundo turno, há empate de 46% a 46%.
Na primeira rodada, Lula aparece levemente à frente quando Ronaldo Caiado é citado como candidato do PSD: 41% contra 38% de Flávio. Sem Caiado, o placar fica 42% a 39% em favor do presidente. Quando Eduardo Leite é apontado como presidenciável do PSD, os dois ficam tecnologicamente empatados, com 39% cada.
O instituto Nexus também simulou um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, com empate de 46% a 46%. A pesquisa aponta rejeição de 49% a Lula e 48% a Flávio. A avaliação negativa do governo Lula é de 44%, positiva 35% e regular 21%. A taxa de desaprovação do trabalho de Lula fica em 51%, enquanto 45% aprovam.
A Nexus entrevistou 2.006 eleitores por telefone entre os dias 27 e 29 de março, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos. Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, afirmou que a polarização entre Lula e Flávio está “bastante consolidada” e que a eleição de 2026 tende a ser tão ou mais apertada que a de 2022.
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