- Lula rebateu críticas de Flávio Bolsonaro que o compararam a um Opala velho, dizendo que não se ofende e que o Opala dele seria turbinado.
- Flávio Bolsonaro já havia feito a comparação com o Lula em fevereiro, chamando-o de “Chevrolet Opala velho”, e repetiu a frase em evento do BTG Pactual.
- Lula afirmou que quem está no desmanche é o pai de Flávio, Jair Bolsonaro, e comentou que o Opala dele é diferente, porque já foi turbinado.
- O presidente citou a gestão dos hospitais federais do Rio de Janeiro, dizendo que estavam na mão da família Bolsonaro e não receberam o mínimo de respeito.
- O ex-presidente está internado no hospital DF Star, em Brasília, para tratar pneumonia decorrente de broncoaspiração; com a alta, deve iniciar o cumprimento da prisão domiciliar determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Lula rebateu nesta quinta-feira 26 as comparações feitas por Flávio Bolsonaro, segundo as quais o presidente seria um Opala velho. O petista afirmou que não se ofende com a imagem, mas apontou que o Opala dele seria o próprio pai do senador, Jair Bolsonaro, que estaria no desmanche. A declaração aconteceu durante evento no Rio de Janeiro.
O ataque de Flávio ocorreu em fevereiro, quando ele comparou Lula a um Opala velho em entrevista à rádio Fan FM. Dias depois, em evento de uma instituição ligada ao mercado financeiro, o senador repetiu a comparação, ampliando o argumento de que o presidente estaria obsoleto e sem rumo.
No momento, Lula criticou a gestão dos hospitais federais do Rio de Janeiro, atribuindo responsabilidades à família Bolsonaro pela falta de cuidado com as unidades. O chefe do Planalto também destacou que 2026 será o ano da verdade, segundo ele, para mostrar quem vencerá a disputa entre verdade e mentira.
Situação de saúde e cumprimento de pena
Bolsonaro está internado no hospital DF Star, em Brasília, tratando pneumonia decorrente de broncoaspiração. A alta médica prevista deve abrir caminho para o início do cumprimento da prisão domiciliar determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Segundo apurações recentes, a expectativa é pela conclusão do tratamento que permita a liberação para o regime domiciliar, com supervisão policial e condições estipuladas pela Justiça. A transição depende de avaliação médica e decisão judicial.
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