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Ratinho Júnior atua para não entregar campanha no PR ao PL e Moro

Ratinho Júnior retira a pré-candidatura presidencial para manter a sucessão no Paraná sob controle e evitar domínio do PL e Moro na campanha estadual

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  • Ratinho Júnior abriu mão da pré-candidatura à presidência para manter o controle da sucessão no Paraná e evitar que o PL e Sergio Moro dominem a campanha estadual.
  • O governador houve negociações com Flávio Bolsonaro, mas não houve acordo para impedir o apoio do PL a Moro. Agora ele foca em conduzir a própria sucessão.
  • A articulação busca impedir que o bolsonarismo vença no estado, já que o grupo de Moro surge como favorito em pesquisas.
  • Aliados divulgam a versão oficial de que houve apelos familiares e planos pessoais para justificar a decisão; ele pretende retornar ao setor privado ao fim do ano, comandando o Grupo Massa.
  • O caso é lembrado como similar a uma posição tomada anteriormente pelo governador durante a disputa pela prefeitura de Curitiba.

Dani Lima: Ratinho Júnior rejeita lançar-se ao Planalto para manter o controle da sucessão no Paraná e evitar que o PL e Sergio Moro dominem a campanha estadual. A informação foi publicada pela colunista no UOL News, 2ª edição, Canal UOL.

Segundo apuração, o governador negociou uma aliança com Flávio Bolsonaro, mas não alcançou acordo para impedir o apoio do PL a Moro. Com isso, Ratinho Júnior passaria a conduzir a disputa estadual de forma centralizada.

A jornalista descreve que Ratinho Júnior sinalizou retirar a própria pré-candidatura presidencial caso o PL mantenha o apoio a Moro para o governo do Paraná. Flávio Bolsonaro manteve posição firme, de acordo com a fonte.

A leitura apresentada por aliados a Ratinho aponta que o governador busca controlar a base governista no estado, evitando que o bolsonarismo amigo de Moro tenha vantagem nas pesquisas. Em Curitiba, cenário semelhante já ocorreu em outra eleição.

Na versão oficial, Ratinho Júnior é apresentado como alguém que citará apelos familiares e planos pessoais para justificar a decisão. Um secretário próximo cita o desejo de retornar ao setor privado ao fim do mandato, liderando o Grupo Massa.

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