- O Exército iraniano prometeu retaliação pela morte do chefe de segurança Ali Larijani em ataque israelense, com ameaça de resposta decisiva e lamentável.
- Foi confirmado também o falecimento do comandante da milícia Basij, Gholamreza Soleimani, após afirmação de Israel de tê-lo assassinado.
- O Exército de Israel pediu a evacuação de moradores da região central de Beirute, avisando de ataque próximo a um reduto do Hezbollah.
- Os Estados Unidos disseram ter atingido alvos ao longo da costa iraniana, perto do estreito de Hormuz, citando risco de mísseis anti-navio iranianos para navios internacionais.
- O ataque israelense em Líbano deixou centenas de mortos e feridos, com mais de um milhão de pessoas deslocadas, e houve avaliação da ONU de possíveis crimes de guerra.
O conflito no Oriente Médio segue com múltiplos desdobramentos. O Irã promete vingança após a morte de um chefe de segurança em ataque israelense, enquanto Israel orienta evacuações em Beirute ante possível ataque a militantes ligados ao Hezbollah. A escalada ocorre em meio a operações militares regionais.
O Exército iraniano ameaça resposta decisiva pela eliminação do chefe de segurança Ali Larijani, atribuída a uma ação israelense. O anúncio foi feito após a confirmação do decesso de Gholamreza Soleimani, comandante da milícia Basij, cuja morte também foi reivindicada por Israel.
Em Beirute, a defesa israelense pediu a evacuação de moradores da vizinha Bashoura, no centro da cidade, diante de um ataque iminente contra uma facility vinculada ao Hezbollah. A medida envolve avisos em redes sociais e comunicação direta à população local.
Repercussões regionais
O governo americano afirmou ter atacado alvos ao longo da costa iraniana, próximo ao estreito de Hormuz, por risco de mísseis anti-navio. A operação usou munições de grande penetrabilidade, segundo o Comando Central dos EUA.
A mudança de tom de Washington também é acompanhada pela saída de Joe Kent, ex-diretor do Centro Nacional de Contra-Terrorismo, que afirmou não conseguir apoiar a continuação da guerra contra o Irã no atual cenário.
Impactos humanitários e vigilância internacional
Na avaliação da ONU, ataques de Israel contra infraestrutura civil na Líbia podem configurar crimes de guerra, diante de números que indicam centenas de mortos, incluindo crianças, e deslocamento de milhares de pessoas. O Ministério da Saúde libanês atualiza as contagens de vítimas e feridos, sem detalhar novas informações de forma imediata.
O exaustivo confronto também envolve a comunidade internacional, com atividades diplomáticas em curso e monitoramento de danos a civis. O governo iraniano confirmou um incidente na usina nuclear de Bushehr, afirmando não haver feridos ou danos significativos, conforme comunicação à IAEA.
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