- Lula afirmou ter proibido a entrada no Brasil de Darren Beattie, assessor de Donald Trump, até que as sanções contra a família do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sejam revertidas.
- As sanções envolvem o visto bloqueado da mulher de Padilha e da filha dele, de dez anos, segundo o presidente.
- A decisão ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes barrar a visita de Beattie a Bolsonaro na prisão; o chanceler Mauro Vieira alertou que o encontro poderia configurar ingerência externa.
- Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
- Em Rio de Janeiro, Lula inaugurou o setor de trauma e a clínica médica do Hospital Federal do Andaraí, com investimento de cerca de R$ 607 milhões, aumentando o atendimento diário em 44% para cerca de 650 pacientes por dia.
O presidente Lula afirmou nesta sexta-feira, 13, que proibiu a entrada no Brasil de um assessor de Donald Trump, Darren Beattie, que pretendia visitar Jair Bolsonaro na prisão. A decisão foi tomada em resposta ao cancelamento de vistos de familiares do ministro Alexandre Padilha, pelo governo dos EUA, em agosto de 2025.
Lula disse que a restrição ficará válida enquanto não houver mudança na situação envolvendo Padilha. O presidente mencionou que Beattie seria impedido de vir ao Brasil até que os vistos do ministro e da família dele sejam normalizados, segundo ele.
A decisão de Moraes ocorre após o ministro Alexandre de Moraes barrar a visita de Beattie a Bolsonaro. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O chanceler Mauro Vieira havia alertado sobre ingerência externa.
Sanções e contexto
O governo brasileiro informou que as sanções aos familiares de Padilha teriam motivado a recusa da entrada do assessor americano. Conforme Lula, a situação envolve vistos da família imediata do ministro da Saúde.
Agenda no Rio de Janeiro
Durante evento no Rio, Lula inaugurou o novo setor de trauma e a clínica médica do Hospital Federal do Andaraí. O projeto integra o plano de reestruturação dos hospitais federais com investimentos de cerca de 607 milhões de reais.
A obra deve ampliar a capacidade de atendimento, reabrir leitos e modernizar a estrutura. Com a nova ala de trauma, a unidade deve elevar em 44% o atendimento diário, chegando a aproximadamente 650 pacientes por dia.
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