- Eduardo Leite (PSD) oficializou sua pré-candidatura à Presidência em manifesto divulgado no X, disputando a indicação com Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado.
- O governador defende responsabilidade fiscal e a necessidade de superar a polarização entre Lula e Bolsonaro para um novo ciclo de desenvolvimento.
- Aponta para a reordenação das funções dos Três Poderes e reformas institucionais para reduzir a fragmentação política e aumentar a eficiência do Estado.
- Defende combate permanente à corrupção, maior previsibilidade institucional e estímulo a investimentos, além de revisar gastos e simplificar o sistema tributário.
- Em pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada em fevereiro, Leite aparece com 1,6% das intenções de voto; PSD deve definir o candidato em abril.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), oficializou nesta sexta-feira, 6, a sua pré-candidatura à Presidência em 2026. O lançamento ocorreu por meio de um manifesto divulgado nas redes sociais, no qual Leite sinaliza a disputa interna do PSD com Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado.
No texto, o gaúcho defende responsabilidade fiscal e a superação da polarização entre Lula e Bolsonaro como pilares para um novo ciclo de desenvolvimento. O político afirma que o Brasil precisa reequilibrar as funções dos Três Poderes e buscar uma agenda de longo prazo.
Leite reforça que não se trata apenas de romper com o atual estilo de governo, mas de promover uma reconstrução estratégica. O objetivo é reduzir a fragmentação política, melhorar a governabilidade e alinhar reformas institucionais com maior previsibilidade para atrair investimentos.
Cenário eleitoral e próximos passos
Segundo o presidente do PSD, a decisão sobre o candidato ao Planalto deve sair em abril. Em pesquisa Atlas/Bloomberg de fevereiro, Leite aparece com 1,6% das intenções de voto, atrás de Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Renan Santos, respectivamente.
O manifesto também enfatiza revisão de gastos considerados ineficientes e simplificação do sistema tributário, além de enfatizar combate à corrupção e ao crime organizado. A mensagem aponta a responsabilidade fiscal como instrumento de proteção social.
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