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Ministros teriam se oposto ao uso de bases britânicas para operação contra Irã

Ministros britânicos teriam bloqueado Keir Starmer de permitir aos EUA usar bases britânicas para atacar o Irã, sinalizando resistência interna

Keir Starmer Photograph: House of Commons/PA
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  • Vários ministros do gabinete, liderados pelo secretário de Energia, Ed Miliband, teriam barrado Keir Starmer de permitir que os EUA usassem bases britânicas para ataques contra o Irã.
  • O pedido dos EUA teria chegado pela primeira vez em 11 de fevereiro; o advogado-geral disse que isso seria uma violação do direito internacional e que o Reino Unido não poderia facilitar.
  • O Ministério da Defesa informou aos EUA e, até a tarde de domingo, o Conselho de Segurança Nacional autorizou ataques defensivos, mais de 24 horas após o primeiro ataque preventivo.
  • Starmer, segundo relatos, acabou cedendo à pressão de opositores no gabinete; Healey apoiava a ideia de permitir o uso das bases para ataques dos EUA.
  • Em desdobramento, o primeiro-ministro aeronáutico coordena com a diplomacia para reduzir a tensão após o episódio, enquanto o BBC defende mudanças para maior independência na nomeação de diretores.

A specifyção de ministros do governo britânico bloqueou a possibilidade de o governo dos EUA usar bases aéreas do Reino Unido para ataques contra a capacidade de mísseis do Irã. A ação teria sido discutida sob a liderança do secretário de Energia, Ed Miliband, conforme levantamento de imprensa. A orientação legal apontou que tal operação poderia violar o direito internacional, segundo a fonte citada.

O chanceler Rachel Reeves, a secretária de Relações Exteriores Yvette Cooper e a secretária de Interior Shabana Mahmood teriam apoiado Miliband, que resistiu à proposta de permitir que Donald Trump utilizasse bases em Gloucestershire e nas Ilhas Chagos. A oposição interna, segundo relatos, teria convencido o primeiro-ministro Keir Starmer a não conceder autorização. O ministro da Defesa, Jon Healey, estaria entre os apoiadores de Starmer.

Relatos indicam que o Ministério da Defesa colaborou com os EUA para redigir o pedido e, até a tarde de domingo, o Conselho de Segurança Nacional autorizou ataques “defensivos” — mais de 24 horas após o primeiro ataque preventivo ao Irã. A Guardian revelou ainda que os EUA não repassaram detalhes operacionais aos britânicos antes das ações conjuntas com Israel.

Drones e contornos diplomáticos

John Healey viajou para o Chipre para tentar mitigar the fallout diplomático após um drone não tripulado atingir uma base da RAF, fato que provocou dimensa reação entre autoridades locais. Fontes oficiais afirmam que o drone, de origem pró-iraniana, teria passado despercebido ao voar baixo e devagar no lançamento, em região que pode incluir Líbano ou Iraque ocidental.

Economia de asilo e políticas públicas

Ao mesmo tempo, o Home Office anunciou medidas para abrir o mercado de trabalho a até 21 mil requerentes de asilo que aguardam avaliação por um ano. A ideia busca reduzir a pressão em hotéis de acolhimento. Quem violar a lei, trabalhar sem autorização ou comprovar recursos suficientes para viver sem assistência poderá ser expulso a partir de junho e perderá benefícios.

Outros desdobramentos políticos

Entre as novidades, um dos três homens detidos por suspeita de espionagem para a China é David Taylor, marido de uma deputada do Labour. A deputada Joani Reid manifestou surpresa e pediu reserva no tratamento midiático, rejeitando alegações de envolvimento dele em atividades ilícitas.

O ex-ministro Andy Burnham criticou a condução da liderança do Labour, afirmando que a estratégia de campanha é inadequada após a derrota em um distrito considerado seguro. Burnham, atual prefeito de Manchester, sugeriu que a atuação política não dialoga com eleitores indecisos.

O BBC planeja mudanças para fortalecer a independência editorial, incluindo o fim de nomeações políticas para o conselho e um marco fixo para o estatuto real, reduzindo a influência de decisões ministeriais sobre a organização.

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