- O primeiro-ministro Anthony Albanese conversou com o presidente dos Emirados Árabes (Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan) sobre australianos retidos no Oriente Médio.
- Cerca de 24 mil australianos estão nos Emirados; muitos ficaram impedidos de retornar devido a interrupções de voos provocadas por ataques no região.
- Os líderes discutiram a retomada de voos comerciais o quanto antes e o apoio aos cidadãos em situação difícil.
- A premiê de Victoria, Jacinta Allan, anunciou que o direito legal de trabalhar de casa por dois dias na semana será incluído na Lei de Oportunidade Equitativa, com o projeto de lei sendo apresentado em julho e possivelmente em vigor a partir de 1 de setembro.
O primeiro-ministro Anthony Albanese manteve, na noite passada, conversa com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan. O objetivo foi discutir a situação de australianos retidos no Oriente Médio e agradecer o apoio recebido. O diálogo também apontou para a necessidade de retomar voos comerciais o quanto antes.
Segundo a assessoria, cerca de 24 mil australianos estão no UAE, muitos retidos por interrupções de voo relacionadas a conflitos na região. Os líderes avaliaram medidas para facilitar a repatriação e discutiram o andamento das operações consulares.
Avanços diplomáticos e apoio aos cidadãos
Albanese agradeceu o respaldo do governo dos Emirados aos australianos afetados pela crise regional. As autoridades também reforçaram a importância de restabelecer ligações aéreas comerciais entre os dois países assim que possível. O tema da situação humanitária foi destacado pelo governo australiano.
Direito ao teletrabalho na Austrália
Em Melbourne, a premiê de Victoria, Jacinta Allan, anunciou a criação de um direito legal ao teletrabalho de dois dias por semana. A medida será incorporada à Equal Opportunity Act e entra em vigor assim que a lei for publicada.
A implementação ocorrerá após a apresentação de legislação em julho, com efetividade prevista para 1º de setembro. O objetivo é atender trabalhadores cuja função permita o trabalho remoto de forma razoável.
Detalhes sobre a aplicação e prazos
A proposta deverá tornar proibida discriminação contra quem trabalha de casa dois dias semanais, sem valer para funções incompatíveis com o teletrabalho. A reforma busca ampliar opções de inclusão e reduzir barreiras laborais no setor público e privado.
Contexto político
A iniciativa faz parte da estratégia eleitoral do governo estadual, que posiciona o teletrabalho como pilar de sua plataforma. Ainda não há definição sobre mecanismos de fiscalização ou adesão específica por setor. A adoção depende do avanço da votação no parlamento local.
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