- Nancy Mace, deputada republicana, está sob investigação do comitê de ética da Câmara por alegações de ter solicitado reembolsos de moradia acima do permitido, em valores que somam mais de $ 9 mil.
- O relatório do Gabinete de Conduta Congressual (Office of Congressional Conduct, OCC) aponta que os pedidos de reembolso teriam excedido as despesas com propriedade em Washington, DC, entre 2023 e 2024, totalizando $ 9.485,46.
- O OCC afirma haver “fundada razão para acreditar” que ela adotou práticas de reembolso inadequadas e encaminhou a situação ao comitê de ética da Câmara.
- O relatório sustenta que Mace solicitava sempre o reimbursement máximo permitido, e que documentos como faturas e contas apresentaram discrepâncias entre o que foi pedido e o que foi recebido.
- Mace não respondeu ao OCC e recusou entrevistas; o advogado da congressista contesta o relatório, alegando falhas, e a defesa ressalta que parte das informações pode ter origem em ex-noivo da deputada. Além disso, ela não busca a reeleição para a Câmara e concorre ao governo da Carolina do Sul, com as primárias marcadas para 9 de junho.
Nancy Mace, deputada republicana pela Carolina do Sul, está sob investigação do comitê de ética da Câmara por possíveis reembolsos inadequados. A acusação envolve mais de US$ 9 mil para custos de moradia do Congresso. O caso veio à tona com relatório do OCC.
O OCC afirma haver “fundamental razão” para crer em práticas de reembolso indevidas. O órgão encaminhou o caso ao comitê de ética da Câmara, destacando discrepâncias entre valores solicitados e comprovantes apresentados em 2023 e 2024.
Segundo o OCC, Mace participou de um programa federal para subsidiar alojamento, alimentação e viagem de parlamentares com dupla moradia. O relatório aponta recebimentos máximos repetidos e incongruências entre faturas, contas de utilidades e notas apresentadas.
O documento baseia o excedente em 100% da dívida de imóveis, embora Mace detenha apenas 28% de participação na propriedade. A deputada não atendeu a pedidos de entrevista do OCC.
A reação inicial veio da assessoria de Mace. Em declaração, o gabinete acusou o OCC de posição partidária e de não cumprir padrões de evidência. A parlamentar afirmou, em rede social, que não leva a sério a acusação.
O advogado de Mace contestou as alegações, descrevendo o relatório como falho. A defesa sustenta que a narrativa pode ter origem ou influência de ex-noiva da deputada, que co era proprietária da propriedade envolvida.
Mace não busca a reeleição para a Câmara. Atualmente concorre à indicação republicana ao governo da Carolina do Sul, com a votação marcada para 9 de junho. As acusações devem impactar o pleito.
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