- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que ouvirá a Advocacia do Senado antes de decidir se mantém ou derruba o sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
- A decisão envolve o filho do presidente Lula em apuração relacionada ao INSS.
- Na semana passada, a CPMI do INSS aprovou a derrubada do sigilo de Lulinha.
- Governistas afirmam que houve manipulação na votação e questionaram a atuação de Alcolumbre.
- O tema segue sob análise e não há definição final no momento.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta terça-feira, 3, que irá ouvir a Advocacia do Senado antes de decidir se mantém ou derruba a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A fala foi feita a jornalistas.
A decisão sobre o sigilo está ligada a investigações da CPMI do INSS, que aprovou, na semana anterior, a derrubada do sigilo de Lulinha por suspeita de fraude no órgão. A decisão final depende de parecer da Advocacia do Senado e de eventual deliberação do próprio presidente da Casa.
Contexto e divergências
Governistas afirmam que houve manipulação na votação que aprovou a quebra de sigilo e apresentaram questionamentos a Alcolumbre para esclarecer o processo. A Casa não divulgou novos prazos para a posição final do presidente.
Quem está envolvido
Além de Alcolumbre, participam do inquérito Lulinha, filho do presidente, e membros da CPMI do INSS, com o objetivo de apurar diligências sobre possível fraude ou irregularidades no instituto. O desfecho depende do parecer técnico e da análise institucional do Senado.
Quando e onde ocorreu
O comentário de Alcolumbre ocorreu nesta terça, em Brasília, durante tratativas com jornalistas. A CPMI votou no episódio anterior, em plenário relacionado aos trabalhos de investigação no INSS. A decisão final sobre o sigilo não tem prazo divulgado até o momento.
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