- Datena e Pablo Marçal firmaram acordo que encerra os processos por danos morais ligados ao episódio da cadeirada durante debate na TV Cultura, em São Paulo, em setembro de 2024.
- A homologação ocorreu no fim de fevereiro pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e os processos foram arquivados.
- Marçal havia pedido 100 mil reais, afirmando violação de honra, imagem e integridade; Datena também acionou a Justiça por ter sido alvo de acusações durante a campanha.
- O acordo é descrito como retratação mútua e perdão, sem confissão de culpa nem reconhecimento de ilícito, com termos sigilosos.
- O caso ganhou ampla repercussão na campanha municipal; nenhum dos dois candidatos avançou ao segundo turno, vencido por Ricardo Nunes.
O apresentador José Luiz Datena e o influenciador Pablo Marçal assinaram um acordo que encerra os processos por danos morais movidos após o episódio em que Datena arremessou uma cadeira durante um debate na TV Cultura, em setembro de 2024, em São Paulo. A homologação ocorreu no Tribunal de Justiça de São Paulo no fim de fevereiro.
As ações tratavam de indenização entre os dois, ainda quando eram candidatos à Prefeitura de São Paulo. Marçal pediu 100 mil reais, alegando violação de honra, imagem, integridade física e moral. Datena alegou ter sido atacado por declarações do adversário, incluindo insinuações de assédio sexual.
Com o acordo, todos os processos ligados ao episódio foram arquivados. Os termos não foram divulgados e permanecem em sigilo. Em extrato homologado, o instrumento não implica confissão de culpa nem reconhecimento de ilícito, configurando retratação mútua e perdão.
Caso ocorrido em 2024
O episódio ocorreu em 15 de setembro de 2024, durante o debate promovido pela TV Cultura. Marçal voltou a provocar Datena ao mencionar acusações de assédio de 2019 e ao chamá-lo de “jack”. Datena deixou o púlpito e lançou uma cadeira, interrompendo a transmissão.
Marçal foi encaminhado a um hospital de São Paulo para atendimento, e a transmissão foi interrompida. A repercussão da agressão marcou a campanha municipal. Ricardo Nunes (MDB) venceu a eleição para prefeito de São Paulo, sem segundo turno.
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