- Em 1º de março, milhares de pessoas foram às ruas em ao menos oito capitais no ato “Acorda Brasil”, com concentração na Avenida Paulista, pedindo anistia aos condenados de 8 de janeiro e criticando ministros do STF.
- Reivindicações centrais: anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro; derrubada do veto à dosimetria; críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal, com pedidos de impeachment.
- Flávio Bolsonaro foi o destaque do ato em São Paulo e apareceu como principal referência da direita para 2026, sinalizando apoio do PL a seu nome para liderar o campo conservador.
- No palanque paulista estiveram também Nikolas Ferreira, governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
- Em Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre houve mobilizações com foco na liberdade para os presos de 8 de janeiro e no fim de supostas arbitrariedades judiciais.
Milhares participaram das manifestações do movimento Acorda Brasil em ao menos oito capitais neste domingo (1º de março). O ato ocorreu principalmente na Avenida Paulista, em São Paulo, com foco na anistia aos presos do 8 de janeiro e críticas a ministros do STF.
Além da defesa da anistia para os condenados de 8 de janeiro, os manifestantes cobraram a derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria, que busca equilibrar o cálculo das penas. Discursos também atacaram ministros do STF, com pedidos de impeachment.
Palanque principal e figuras políticas
Flávio Bolsonaro foi o destaque do ato na capital paulista, apresentado como referência da direita para a eleição de 2026, conforme indicação de Jair Bolsonaro. O evento serviu como vitrine de união de governadores e prefeitos sob o apoio do PL.
Entre os presentes, constaram Nikolas Ferreira, organizador do ato, além de pré-candidatos ao Planalto em 2026, como os governadores Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG). Também marcaram presença o prefeito Ricardo Nunes e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Expansão para o país
Apesar de São Paulo concentrar o弹 político, atos ocorreram em outras sete capitais. Em Brasília, parlamentares discursaram em frente ao Museu da República; no Rio de Janeiro, a manifestação deslocou-se à praia de Copacabana. Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre registraram mobilizações semelhantes.
Em todas as cidades, o eixo comum foi defender liberdade para os presos de 8 de janeiro e reclamar de “arbitrariedades” judiciais, segundo as falas dos organizadores e participantes.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para leitura completa, consulte a reportagem completa.
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