- Manifestação da direita acontece neste domingo, 1º de março, em São Paulo, contra o STF e a favor de anistia a presos de 8 de janeiro e a Jair Bolsonaro.
- O ato ocorre das 14h às 17h na Avenida Paulista, com o caminhão elétrico Avassalador, utilizado em atos anteriores.
- Tomé Abduch, porta-voz do Nas Ruas, confirma liderança paulista; confirmados incluem Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro.
- Lideranças como Silas Malafaia, Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer devem participar; há mobilizações semelhantes em várias capitais do país.
- A transmissão ao vivo fica por conta do Sem Rodeios especial, a partir de 12h30.
Ao vivo: manifestação na Paulista reúne apoiadores da direita para criticar o STF, pedir anistia aos presos do 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro, além de cobrar posicionamento do governo Lula. O ato ocorreu neste domingo, 1º de março, em São Paulo, com carros de som e ônibus de transmissão. Grupos afirmam defesa de afastamento de ministros da Corte.
Segundo a organização, o movimento é liderado pelo coletivo Nas Ruas, com participação de políticos ligados à base de apoio ao governo estadual. Tomé Abduch, vice-líder do governo Tarcísio de Freitas no Legislativo, atua como porta-voz e informou que a mobilização terá concentração na Avenida Paulista a partir das 14h, encerrando por volta das 17h.
A agenda divulgada aponta a presença de nomes de destaque, como os governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além do senador Flávio Bolsonaro, todos pré-candidatos à Presidência. Lideranças religiosas e setoriais também devem marcar presença conforme a programação anunciada.
Agenda e participantes
- O ato terá um único caminhão elétrico, o Avassalador, utilizado em eventos anteriores.
- A programação prevê participação de figuras públicas de diferentes estados e de diversas legendas de oposição ou apoio ao governo federal.
- Representantes de várias capitais do país também organizam mobilizações simultâneas, ampliando a presença em Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e outras cidades.
A cobertura segue em tempo real, com transmissão especial iniciando às 12h30. A organização afirma que o objetivo é expressar posicionamentos políticos e cobrar ações específicas, sem indicar apoio ou oposição institucional a qualquer partido.
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