- Ato neste domingo na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu apoiadores da direita e acompanhou a continuidade da tradição dos bonecos infláveis, conhecidos como pixulecos.
- Bonecos de Bolsonaro apareceram no protesto, com uma tarja sobre a boca lendo “Falem por mim”, e sugeriram a prisão de Lula em uma nova leitura política.
- Os infláveis repetiram o apelo ligado à era dos pixulecos, associando o personagem a novas suspeitas de corrupção envolvendo o ex-presidente.
- O evento ocorreu próximo ao MASP, com o carro de som Avassalador trazendo participação de lideranças políticas, como Valdemar Costa Neto, Ricardo Salles e Luiz Philippe de Orleans e Bragança.
- Flávio Bolsonaro chegou ao ato por volta das 15h, acompanhado de Romeu Zema, Nikolas Ferreira e do pastor Silas Malafaia.
O ato de domingo (1) reuniu apoiadores da direita na Avenida Paulista, em São Paulo, resgatando a tradição dos bonecos infláveis conhecidos como pixulecos. As estátuas infláveis fizeram referência a figuras políticas e carregaram mensagens contra o governo, com novo formato e motivações.
Entre as figuras representadas, estavam bonecos alusivos a Bolsonaro, com tarja na boca em tom de protesto. As manifestações associaram o ex-presidente Lula a novos indícios de corrupção, sugerindo a prisão do então ocupante do cargo.
O ponto de encontro foi a região em torno do MASP, onde um carro de som identificado como Avassalador liderou a mobilização. Além de lideranças políticas, estiveram presentes deputados e aliados da direita, com participação de dirigentes partidários.
Flávio Bolsonaro chegou à concentração por volta das 15h, acompanhado de Romeu Zema, Nikolas Ferreira e o pastor Silas Malafaia. A chegada da comitiva reforçou a presença de figuras públicas na manifestação, que contou com grande presença de público.
O boneco Pixuleco ganhou destaque histórico em protestos de 2015, durante a Operação Pixuleco, que mirou o ex-ministro José Dirceu. Hoje, o formato inflável foi adaptado para novas narrativas políticas e objetivos de mobilização.
Por fim, a manifestação manteve o tom de cobrança institucional, com participação de lideranças partidárias e apoiadores, sem registro de incidentes graves até o fechamento deste relatório.
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