- No dia 24 de fevereiro de 2026, durante o discurso sobre o Estado da União, o congressista democrata Al Green exibiu um cartaz com a frase “negros não são macacos” e foi retirado do plenário, mantendo-o nas mãos durante o início do discurso.
- O cartaz fazia referência a um vídeo racista com Barack e Michelle Obama publicado nas redes sociais de Donald Trump, que gerou indignação no cenário político.
- A tensão aumentou quando a congressista Ilhan Omar gritou com o presidente, dizendo que “vocês mataram cidadãos americanos” em referência às mortes de protestantes em Minneapolis durante operações anti-imigração.
- Omar deixou o recinto antes do fim do discurso, após o confronto com Trump e as vaias de parte dos presentes.
- O episódio reforçou o tom tenso da sessão, com manifestações de apoio e críticas entre democratas e republicanos, conforme cobertura da AFP.
Durante o discurso do Estado da União de 2026, na Câmara dos Representantes, um congressista democrata foi expulso do plenário após exibir um cartaz com um ataque racial direcionado ao presidente. O material questionava a maneira como o vídeo propagado pelo perfil de Truth Social mostrou Barack e Michelle Obama, retratando o casal como macacos. A cena ocorreu no plenário do Capitólio, em Washington, durante a sessão conjunta.
O deputado envolvido foi Al Green, do estado do Texas. Ele ergueu o cartaz no momento da chegada de Donald Trump para o discurso, antes de ser removido pela segurança, com a plateia respondendo com cânticos de apoio aos EUA. Green já havia protagonizado episódios semelhantes em episódios anteriores da mesma legislatura.
Tensão durante o discurso e resposta de Omar
Outra líder democrata envolvida na sessão, Ilhan Omar, de Minnesota, dirigiu críticas ao presidente enquanto ele falava aos parlamentares. Segundo relatos, Omar questionou a postura de alguns membros do partido durante a leitura do discurso, e afirmou que houve mortes de cidadãos durante operações migratórias. Omar deixou o recinto antes do término do pronunciamento.
A tensão aumentou ainda quando Trump pediu que os democratas que não se mostravam de acordo com o tom do discurso demonstrassem apoio. Em resposta, Omar comentou sobre consequências de ações de autoridades federais, citando incidentes de protestos e o debate sobre imigração. O episódio ocorreu diante de uma plateia dividida, com vaias de parte dos presentes.
Com informações de AFP, a sessão seguiu com a cobertura dos desdobramentos no plenário, enquanto a oposição ressaltava a necessidade de justamente manter o protocolo e a ordem no recinto. O caso envolvendo o cartaz permanece sob avaliação das autoridades da Câmara para eventuais desdobramentos disciplinares.
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