- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) busca se apresentar como opção mais palatável ao mercado, profissionalizando a sua estratégia política e de comunicação.
- Ele sondou o marqueteiro Paulo Vasconcelos, responsável pela campanha de Aécio Neves em dois mil quatorze, hoje atuando com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
- A investida é vista como estratégia de peso técnico e conhecimento de Minas Gerais, estado considerado chave nas eleições.
- Há aliados que defendem a criação de uma chapa com o governador Romeu Zema como vice, para ampliar interlocuções com o empresariado e fortalecer o palanque mineiro.
- O conjunto de movimentos indica uma visão de suavizar a imagem, estender a atuação ao mercado e viabilizar Flávio como herdeiro político do bolsonarismo em um cenário pós-Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem intensificado movimentos para profissionalizar sua estratégia política e de comunicação, buscando se apresentar de forma menos ideológica que o bolsonarismo tradicional. A medida visa criar um perfil mais palatável ao mercado.
Entre as ações, o senador sondou o marqueteiro Paulo Vasconcelos, responsável pela campanha de Aécio Neves em 2014. Vasconcelos hoje trabalha com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pré-candidato ao Planalto.
Minas como peça-chave
Minas Gerais aparece como elemento central, devido ao peso histórico do estado nas eleições nacionais. O grupo avalia que o território pode influenciar palanques nacionais e relações com o empresariado.
Chapa com vice mineiro
Aliados defendem a hipótese de uma chapa com o governador Romeu Zema como vice. A estratégia seria ampliar vínculos com o empresariado, reforçar o discurso liberal e consolidar um palanque competitivo em Minas.
Equipe e estratégia de comunicação
Os movimentos de Flávio indicam uma tentativa de suavizar a imagem, profissionalizar a comunicação e fazer acenos ao mercado e ao eleitor mineiro, buscando viabilizar-se como herdeiro político do bolsonarismo no pós-Bolsonaro.
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