- Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, deve depor presencialmente à CAE do Senado na próxima terça-feira, dia três, em Brasília.
- O depoimento foi adiado porque o ministro André Mendonça não autorizou o uso de jato particular; Vorcaro está em prisão domiciliar em São Paulo com tornozeleira.
- Senadores buscam esclarecer irregularidades do Banco Master e falhas de fiscalização de órgãos reguladores; data e formato do depoimento estão em disputa entre comissões.
- A defesa apresentou três opções para o depoimento: presencial em São Paulo, por videoconferência ou adiá-lo para a viagem a Brasília; a CAE escolheu o formato presencial na próxima semana.
- O grupo de trabalho do Senado se reúne hoje com Mendonça para definir a logística do depoimento e o acesso a documentos sigilosos, que dependem de aprovação do plenário.
O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, deve depor presencialmente à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado na próxima terça-feira (3). A confirmação é do presidente da CAE, Renan Calheiros (MDB-AL).
O depoimento estava inicialmente marcado para hoje, mas foi adiado. O motivo foi a decisão do ministro André Mendonça, do STF, que não autorizou o uso de jato particular para levar Vorcaro a Brasília. Ele está em prisão domiciliar em São Paulo, com tornozeleira eletrônica.
A oitiva visa esclarecer suspeitas de irregularidades no Banco Master e possíveis falhas de fiscalização de órgãos reguladores. A definição de local, data e formato ocorre em meio a disputas entre comissões e ao debate público sobre a investigação.
Formato e logística do depoimento
A defesa apresentou três opções de relato: presença em São Paulo, depoimento por videoconferência ou adiamento para viagem à Capital Federal. A CAE decidiu pelo depoimento presencial na próxima semana.
O grupo de trabalho do Senado se reúne com Mendonça para alinhar a logística do depoimento. Também busca acesso a documentos sigilosos já obtidos por outros órgãos, conforme o andamento do caso.
A estratégia é vista como tentativa de contornar resistências da presidência do Senado. Em geral, o acesso a informações sigilosas depende de requerimentos aprovados pelo plenário.
Entre na conversa da comunidade