- Gordon Brown afirmou que Prince Andrew Mountbatten‑Windsor deve ser entrevistado pela polícia sobre a relação com Jeffrey Epstein, com base em evidências revisadas.
- Parlamentares e autoridades britânicas pedem que instituições, incluindo a monarquia, sejam examinadas de forma mais rigorosa em relação ao caso Epstein.
- A polícia de Thames Valley avalia abrir investigação sobre o compartilhamento de documentos entre Andrew e Epstein e discute com promotores especializados, além de investigar uma alegação de encontro sexual com uma mulher na residência Royal Lodge em 2010.
- Novas informações sugerem que Andrew pode ter enviado ou compartilhado informações oficiais a Epstein durante o período em que atuava como enviado comercial, incluindo detalhes de viagens e oportunidades de investimento.
- Buckingham Palace afirmou ter “profunda preocupação” com as revelações e disse estar pronto para apoiar investigações policiais, enquanto a família enfrenta pressões públicas por transparência.
Gordon Brown afirmou que Prince Andrew Mountbatten-Windsor deve ser entrevistado pela polícia em relação aos vínculos com Jeffrey Epstein. A avaliação notoriamente acompanha um debate mais amplo sobre o papel de instituições britânicas no escândalo, incluindo a monarquia.
A Polícia do Thames Valley está avaliando a possível investigação sobre o compartilhamento de documentos de Mountbatten-Windsor com Epstein durante o período em que atuava como enviado comercial. Também analisa alegações de que uma mulher foi levada ao Reino Unido para um encontro com o então príncipe, em 2010.
Entre 2001 e 2011, Mountbatten-Windsor atuou como enviado comercial para países-chave, inclusive China e Hong Kong. A possível cooperação entre o palácio e as autoridades é tema de discussões que já entraram em contato com procuradores da CPS.
Relatórios de imprensa indicam que muitos voos de Epstein passaram por aeroportos britânicos, com transferências de mulheres entre aeronaves, segundo investigações BBC citadas por Brown. O ex-príncipe nega qualquer ligação indevida.
Vera Baird, ex-comissária de vítimas, disse ter informado a polícia sobre o assunto antes da pandemia; porém, afirmou que o foco atual deve ser a investigação formal, tanto pela polícia quanto pelo Parlamento. O objetivo é restabelecer a confiança institucional.
A imprensa aponta documentos e mensagens entre Andrew e Epstein, incluindo informações sobre investimentos e viagens oficiais, enquanto o príncipe ainda estava em atuação pública. Análises apontam contradições entre as declarações de Andrew e evidências divulgadas.
Buckingham Palace informou que Charles expressa preocupação com as revelações e que está disposto a apoiar investigações policiais. O Palácio ressaltou que questões específicas cabem a Mountbatten-Windsor esclarecer, mantendo o compromisso com a transparência.
Organizações e membros do Parlamento divergem sobre a necessidade de depoimento público. Advogados e especialistas destacam que a cooperação com autoridades pode ser decisiva para esclarecer os fatos, sem prejulgamentos.
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