- Ciro Nogueira e Antônio Rueda divulgaram uma nota conjunta defendendo a atuação do ministro Dias Toffoli no caso Master.
- Eles afirmaram que existem “narrativas” tentando colocar a opinião pública contra Toffoli e destacaram o que ele fez pelo país.
- A posição foi lançada nas redes da federação União Progressista, ligada a PP e União Brasil, ressaltando que é injusto veicular apenas uma versão sem base sólida.
- A defesa ocorre após Toffoli deixar a relatoria do caso Master, com André Mendonça sendo sorteado como novo relator em reunião do STF.
- Segundo investigações, Toffoli teria recebido ao menos R$ 20 milhões por meio do fundo Arleen; o ministro nega recebimentos diretos de Zettel ou Vorcaro e diz não conhecer o gestor do fundo.
Ciro Nogueira, senador e presidente do PP, e Antônio Rueda, líder do União Brasil, divulgaram hoje uma nota conjunta defendendo a atuação do ministro Dias Toffoli no caso Master. O posicionamento foi divulgado nas redes sociais da federação União Progressista.
Os dirigentes ressaltaram que há narrativas buscando afastar Toffoli da normalidade institucional e evitar que se interprete o trabalho do ministro de forma negativa. Segundo eles, esse tipo de ataque enfraquece o funcionamento do sistema democrático e o papel do STF.
Os dois parlamentares reiteraram a confiança no ministro e disseram que provocações contra Toffoli não ajudam a esclarecer a verdade dos fatos. A nota aponta que injustiças surgem quando apenas um lado da versão aparece sem fundamentação sólida.
Desdobramentos no STF
As declarações foram feitas após Toffoli deixar a relatoria do caso Master. Uma reunião entre todos os ministros definiu a redistribuição dos processos, com André Mendonça assumindo a nova relatoria.
Contexto das investigações
A mudança ocorreu após a divulgação de mensagens entre Toffoli e o proprietário do Master, conforme reportagem do UOL. A PF também levantou dados do celular do empresário, em investigação relacionada ao caso.
Toffoli atualizou a imprensa informando que não tem relação com a gestão do fundo Arleen, ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e que vendeu parte de uma empresa ligada a um resort em 2021. De acordo com o ministro, não houve recebimento direto por parte dele, e a venda do resort ocorreu em setembro de 2021.
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