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Valdemar diz que Eduardo era problema para o PL por eleição ao Senado

Valdemar Costa Neto afirma que Eduardo Bolsonaro disputaria o Senado por São Paulo se tivesse ficado no Brasil; a ida aos EUA enfraqueceu o PL

Eduardo Bolsonaro (PL) perdeu o mandato em dezembro de 2025
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  • Valdemar Costa Neto disse que a ida de Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos, há cerca de um ano, foi um “problema” para o PL.
  • Segundo o presidente do partido, se Eduardo tivesse ficado no Brasil, eleito senador por São Paulo em outubro, “ele tinha uma eleição liquidada”.
  • Eduardo deixou o mandato em fevereiro do ano passado para morar nos EUA; para Valdemar, a decisão foi por “desespero” pela situação de Bolsonaro.
  • O PL está escolhendo quem será o candidato ao Senado em São Paulo com base em uma pesquisa para Eduardo avaliar nomes como Marcos Feliciano, Cezinha de Madureira e Gil Diniz, com acordo de indicação do senador pelo presidente e indicação do governador pela direção nacional.
  • O mandato de Eduardo foi cassado no fim do ano passado após quase 60 faltas; o enfraquecimento ocorreu após os Estados Unidos retirarem sanções e tarifas, em acordo entre Lula e Trump, incluindo a suspensão do tarifaço e da Lei Magnitsky contra ministro do STF.

Eduardo Bolsonaro (PL) deixou o Brasil e voltou a ficar nos Estados Unidos há cerca de um ano, abrindo espaço para especulações sobre sua atuação política. Em entrevista, Valdemar Costa Neto afirmou que, se o ex-deputado tivesse ficado em solo brasileiro, disputaria o Senado por São Paulo em outubro e teria vitória “liquida”.

Segundo o presidente do PL, a decisão de Eduardo de se afastar do mandato ocorreu em fevereiro do ano passado. Valdemar atribuiu a escolha a um “desespero” com a situação de Jair Bolsonaro e citou, ainda, que a medida de tarifas sobre produtos brasileiros nos EUA seria ideia do então presidente Donald Trump.

Valdemar também disse que Eduardo atua como articulador em temas ligados a estratégias que incluíram o tarifaço e relações com o governo americano. Ele afirmou que o tema envolve um conjunto de negociações entre Brasil e EUA, com o objetivo de mitigar pressões sobre o governo Bolsonaro, já sob afastamento judicial.

Sobre o cenário para 2026, o presidente do PL mencionou que Eduardo tem influencia na indicação de candidatos ao Senado em São Paulo. Nomes citados por Valdemar incluem Marcos Feliciano, Cezinha de Madureira e Gil Diniz, com a ideia de realizar uma pesquisa para orientar a escolha final.

O ex-deputado teve o mandato cassado pela Câmara no fim de 2025, após registro de quase 60 faltas, o que excedeu o limite constitucional. A decisão ocorreu durante a gestão de Eduardo no cargo, que ficou enfraquecida após os rumos das negociações com os EUA.

A relação entre Eduardo, Lula e Trump também aparece no discurso regional, com interlocuções entre os governos brasileiro e norte-americano influenciando posicionamentos dentro do PL. O texto atual não confirma nem detalha todos os assuntos tratados, apenas aponta o contexto político descrito por Valdemar.

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