- Lula afirmou que é a primeira vez que o Brasil persegue magnatas da corrupção, citando o Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro, ligado a desfalque de quase 80 bilhões de reais.
- O caso envolve investigação sobre a fabricação de carteiras de crédito insubsistentes, que eram substituídas por ativos sem avaliação adequada.
- A declaração ocorreu durante cerimônia em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, em que o governo anunciou investimentos.
- Lula disse ter conversado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre combate ao crime organizado; segundo ele, Trump questionou se haveria interesse nesse combate.
- Foram anunciados investimentos de quase 45 milhões de reais para viabilizar a construção de um novo instituto federal e a aquisição de equipamentos e móveis.
O presidente Lula afirmou que o Brasil está, pela primeira vez, perseguindo magnatas da corrupção, citando o Banco Master. A declaração ocorreu durante uma cerimônia em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, em que o governo anunciou investimentos na cidade.
O Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro e está no centro de investigações sobre a fabricação de carteiras de crédito insubsistentes. Segundo as apurações, ativos eram substituídos por itens sem avaliação adequada após serem vendidos a outro banco.
Lula afirmou que a ação busca punir quem atua com poder econômico, destacando que o alvo são elites com posição de destaque. O desfalque citado pela fala envolve valores próximos a 80 bilhões de reais, conforme o registro público das informações.
O presidente relatou ter conversado com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o tema. Segundo ele, Trump questionou o que poderia ser feito para enfrentar o crime organizado, e Lula disse que também quer combater esse tipo de crime.
Anúncio de investimentos e participação de autoridades
Durante a agenda em Mauá, o governo anunciou quase 45 milhões de reais para ampliar um instituto federal local, com aquisição de equipamentos e mobiliário. Estiveram presentes o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros de diversas pastas, entre eles Alexandre Padilha, Camilo Santana, Guilherme Boulos, Luiz Marinho e Paulo Teixeira.
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