- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, continua com o mistério sobre seu papel nas eleições deste ano para o governo de São Paulo.
- Haddad é apontado como o preferido do presidente Lula para disputar o governo paulista, mas enfatiza cautela e serenidade na definição.
- Ele afirmou, em Salvador (BA), que a decisão deve ser tomada com conversa, calma e sem pressa, mantendo a serenidade do processo.
- Haddad pretende deixar o cargo ainda neste mês, possivelmente antes de anunciar sua posição sobre o pleito de outubro.
- O presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse que não há pressão, e que há um processo de convencimento e diálogo para definir o papel de Haddad nas eleições.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mantém o silêncio sobre seu papel nas eleições deste ano, mesmo sendo o candidato considerado preferido do presidente Lula para o governo de São Paulo. Ele afirmou que a decisão precisa ser tomada com serenidade, sem pressa, durante participação em Salvador (BA) na celebração dos 46 anos do PT.
Haddad ressaltou que a definição envolve dialogar com Lula e que tudo está em ordem. O ministro indicou que deixará o governo ainda neste mês, possivelmente antes de anunciar sua posição sobre o pleito de outubro.
Na véspera, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que Haddad sabe da responsabilidade e precisa ser convencido a aceitar o desafio. Segundo Silva, não se trata de pressão, mas de um processo de diálogo para definir o papel do dirigente nas eleições.
Contexto e próximos passos
Edinho Silva disse que Haddad é um quadro importante do PT e pode concorrer a quem quiser. O dirigente destacou que o objetivo é esclarecer o papel de Haddad por meio de conversas, sem pressões, para alinhar a estratégia do partido.
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