- Carol De Toni, deputada federal mais votada em Santa Catarina em 2022, deve deixar o PL e buscar outra sigla para disputar o Senado por Santa Catarina em 2026.
- A parlamentar comunicou a decisão ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, na quarta-feira (4).
- A posição ocorre após ela ter sido descartada da disputa ao Senado pelo PL, com a pré-candidatura de Carlos Bolsonaro e a intenção de destinar a segunda vaga a Esperidião Amin.
- O prazo final para filiações, que pode definir para qual partido ela irá, é 4 de abril.
- Carol De Toni teve 227.632 votos em 2022 e já havia manifestado apoio a Jair Bolsonaro; é natural de Chapecó e possui formação em direito.
Carol De Toni deve deixar o PL e buscar nova sigla para tentar uma vaga no Senado de Santa Catarina nas eleições de 2026. A parlamentar comunicou a decisão ao presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, na quarta-feira (4).
A motivação envolve a falta de espaço no PL para a disputa majoritária. O partido avalia destinar a segunda vaga da aliança ao senador Esperidião Amin, do PP, o que dificultou o caminho de Carol no grupo.
Carol De Toni foi a deputada federal mais votada em Santa Catarina nas eleições de 2022, com 227.632 votos (5,72%). A liderança da bancada catarinense já tinha indicado apoio a Carlos Bolsonaro na pré-candidatura ao Senado.
A parlamentar confirmou, anteriormente, a intenção de disputar o Senado, mas ainda não definiu a nova legenda. O prazo final para filiações é 4 de abril, data-chave para a definição de candidaturas.
O desfecho pode encerrar o racha no bloco de direita em Santa Catarina que começou em novembro de 2025, quando Carlos Bolsonaro anunciou a candidatura ao Senado pelo estado e chegou a indicar Carol como pré-candidata.
Quem é Carol De Toni
Carol, como é conhecida, é natural de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. É formada em direito pela UnoChapecó e tem mestrado em direito público pelo Centro Universitário Estácio de Santa Catarina, em São José.
Entre 2018 e 2022, Carol já atuou como deputada federal e reforçou o apoio a Jair Bolsonaro, filiada anteriormente ao PSL, hoje incorporado ao PL. A trajetória inclui atuação em temas relacionados à defesa de pautas alinhadas ao bloco conservador.
A decisão de mudança de partido ainda depende de composições locais e de acordos internos de legendas, além do cenário nacional. A escolha final pode impactar o mapa de alianças para 2026.
Entre na conversa da comunidade