- O presidente Donald Trump ameaçou processar Trevor Noah por piada sobre Jeffrey Epstein durante a cerimônia do Grammys, onde Noah era apresentador.
- Noah brincou que este pode ser seu último ano como mestre de cerimônias, o que levou Trump a chamá-lo de “perdedor total” e de MC sem talento.
- Trump afirmou, em publicação no Truth Social, que nunca esteve na Epstein Island e pediu que Noah corrigisse as informações, sob alegação de difamação.
- O histórico de Trump em ações legais contra meios de comunicação foi citado, incluindo o acordo de $16 milhões com a Paramount para encerrar processo ligado a uma entrevista com Kamala Harris.
- Entre outros desdobramentos, Trump anunciou o fechamento de dois anos do Kennedy Center e autoridades indicaram que a revisão do caso Epstein/Ghislaine Maxwell já foi encerrada pela procuradoria.
Trump ameaça processar Trevor Noah por piada sobre Epstein no Grammys; episódio envolve o presidente e o apresentador durante a cerimônia
O presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou que processará Trevor Noah, apresentador do Grammys, após uma piada sobre Jeffrey Epstein feita no palco. A brincadeira surgiu na hora de anunciar a música do ano.
Noah, anfitrião dos The Daily Show e ex-apresentador do programa de humor, insinuou que poderia não retornar como host em futuras edições, o que gerou reação de Trump. O episódio ocorreu durante a cerimônia e os comentários foram feitos em tom de sátira política.
Trump publicou no Truth Social que Noah fez afirmações falsas e difamatórias sobre Epstein, e o presidente afirmou não ter qualquer relação com Epstein Island. Ele também chamou o comediante de “perdedor total” e disse que precisa esclarecer os fatos rapidamente.
Desdobramentos
Entrando em outros temas, Trump já acionou juridicamente diversos veículos de comunicação, incluindo a BBC, o New York Times, a Associated Press e o Wall Street Journal. Em julho, a Paramount divulgou acordo de 16 milhões de dólares com Trump para encerrar um processo relacionado a entrevista com Kamala Harris.
Outra notícia aponta que o Kennedy Center anunciou um fechamento de dois anos, para obras de construção, com a justificativa de melhorar a infraestrutura para um complexo de entretenimento. A medida visa ampliar instalações de alto nível.
O deputy US attorney general Todd Blanche informou à ABC News que a revisão do caso Epstein/Ghislaine Maxwell pela justiça federal está encerrada. Ele ressaltou que a presença de fotografias perturbadoras não implica, por si só, abertura de processo contra alguém.
Documentos oficiais identificaram os dois agentes federais que atiraram em Minneapolis, durante o episódio que levou à morte de Alex Pretti. Conforme registros, Jesus Ochoa e Raymundo Gutierrez foram os agentes envolvidos na ação.
Um repórter afirmou que um menino de cinco anos e seu pai foram liberados de um centro de detenção de imigração no Texas e retornaram a Minneapolis, após ficar mais de uma semana detidos. A informação foi repassada pelo representante Joaquin Castro.
Trump também mencionou que o governo está em diálogo com líderes cubanos sobre um possível acordo, após ameaças anteriores de interromper a importação de petróleo. As negociações estão em estágio preliminar.
O governo continua em meio a um shutdown parcial, com previsão de continuidade para o início da próxima semana e sem sinais de reabertura antes de terça-feira, segundo autoridades federais de ambos os lados.
Por fim, o comitê de vacinas dos EUA revisita recomendações, segundo o principal assessor, que afirmou que as exigências escolares devem ser avaliadas com base na orientação do médico de cada estudante.
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