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Nikolas rebate padre que criticou a caminhada: nunca fala de crime organizado

Nikolas Ferreira rebate padre que critica caminhada, diz que não falam de crime organizado e defende ato em Brasília em apoio a Bolsonaro

Caminhada de Nikolas se converteu em palanque para família Bolsonaro
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  • O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu o padre Ferdinando Mancílio, do Santuário Nacional de Aparecida, que criticou a caminhada dele.
  • Nikolas afirmou em vídeo que nunca viu pessoas falarem sobre crime organizado e criticou quem diz que ele politiza a fé.
  • Mancílio chamou a justificativa de defesa pela vida de mentira e disse que o ato buscava poder, sem mencionar o parlamentar.
  • O deputado citou a Bíblia para defender o uso de armas, dizendo que a arma pode matar ou proteger, e questionou se a segurança do papa é feita apenas com uma Bíblia.
  • A caminhada saiu de Minas Gerais com destino a Brasília; no dia 25 houve ato em defesa da anistia a Jair Bolsonaro, com chuva e raio que atingiu militantes, sem mortes.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rebateu críticas de um padre ligado ao Santuário Nacional de Aparecida (SP) sobre a caminhada realizada pelo mineiro na semana passada. O ato, que saiu de Minas Gerais em direção a Brasília, virou alvo de questionamentos sobre seguranças e sobre o uso político da fé.

Em vídeo publicado nas redes, Nikolas disse não entender por que algumas pessoas não discutem crime organizado, ao mesmo tempo em que acusa a crítica à mobilização de ser uma tentativa de politizar a fé. Ele ressaltou que a caminhada foi ordeira e pacífica.

O padre Ferdinando Mancílio, por sua vez, chamou de falsa a justificativa de defesa da vida e afirmou que o objetivo do ato seria a obtenção de poder. Mancílio também criticou quem se apresenta como cristão e apoia armas.

Nikolas argumentou que qualquer objeto pode ser utilizado para o mal e citou referências bíblicas para sustentar o debate sobre armas e proteção. Ele questionou ainda se a segurança do papa é garantida apenas por textos sagrados, sugerindo que isso não procede.

A caminhada partiu de Minas Gerais com destino a Brasília. Ao chegar à capital, no dia 25, ocorreu um ato em defesa da anistia e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A manifestação, dedicada àquelas pautas, enfrentou chuva intensa e um raio atingiu militantes, sem registro de mortes.

Repercussões do ato e contexto

Integram o debate a leitura de que a mobilização foi usada como palanque político e as avaliações sobre o papel da fé em manifestações públicas. Não houve confirmação de novas datas do movimento nem de desdobramentos legais até o momento.

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