- Peter Mandelson pediu demissão do Labour após novas revelações sobre Jeffrey Epstein, afirmando que o constrangimento causado por documentos sobre o caso levou à saída.
- Os papéis sugerem que Epstein pagou a Mandelson cerca de US$ 75 mil; Mandelson nega e diz que a documentação é imprecisa.
- Em 2009, Mandelson teria aconselhado Epstein sobre como pressionar o então chanceler Alistair Darling para combater uma taxação de bônus de banqueiros.
- Segundo o Financial Times, Epstein enviou e-mails perguntando se Jamie Dimon, CEO da JPMorgan, deveria “ligar para Darling uma vez mais”; Mandelson teria respondido que sim e que deveria haver uma ameaça suave.
- A reportagem foi produzida por Alexandra Topping e Pippa Crerar; Mandelson já havia sido afastado do cargo em setembro por ligações anteriores com Epstein.
Peter Mandelson deixou o Labour em meio a novas revelações sobre Jeffrey Epstein. A demissão ocorreu após surgirem documentos que associam o ex-parlamentar ao caso. A decisão, segundo a liderança, visa evitar novos constrangimentos ao partido.
O ex-ministro informou que pediu a retirada de sua filiação para evitar constrangimento adicional ao Labour. Ele nega as acusações associadas a Epstein e afirma que o material não é preciso.
Entre as informações divulgadas, está a revelação de que, em 2009, Mandelson teria aconselhado Epstein sobre como pressionar o então ministro das Finanças, Alistair Darling, contra um imposto sobre bônus de banqueiros.
Segundo o Financial Times, Epstein enviou e-mails questionando se Jamie Dimon deveria ligar para Darling; Mandelson teria respondido que sim, com tom de ameaça suave, para influenciar a posição governamental.
As reportagens sobre o caso ficaram a cargo de Alexandra Topping e Pippa Crerar, com levantamento adicional de Jim Pickard para o FT. O episódio inclui ainda acusações anteriores de Mandelson envolvendo Epstein e pagamentos a ele.
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