- Time que assessora Flávio Bolsonaro trabalha para inviabilizar a terceira via na direita e transformar a eleição em um plebiscito sobre Lula, e não sobre Jair Bolsonaro.
- A estratégia, dividida em três fases, busca reduzir a rejeição a Flávio apresentando-o como alguém com personalidade própria, diferente do Jair Bolsonaro.
- Em segundo plano, a campanha mira Lula, fortalecendo a rejeição ao petista entre setores de centro e deslocando o debate para a pertinência de um quarto mandato.
- Na terceira etapa, a ideia é pressionar a disputa contra a chamada terceira via, hoje ligada aos três pré-candidatos do PSD — Eduardo Leite, Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado —, apontando para uma repetição de 2022.
- O objetivo é construir uma persona própria para Flávio na pré-campanha, destacando abertura ao diálogo com diferentes setores do Congresso.
O time responsável pela estratégia de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para 2026 avalia que não haverá espaço para uma terceira via na direita e trabalha para transformar a eleição em um plebiscito sobre Lula, e não sobre Jair Bolsonaro.
O núcleo duro da pré-campanha foca em três etapas. Primeiro, reduzir a rejeição a Flávio apresentando-o como alguém com personalidade própria, não apenas como o filho de Jair Bolsonaro.
Segundo, buscar um posicionamento mais moderado, destacando que Flávio é o integrante do clã mais aberto ao diálogo com diferentes setores do Congresso, sem repetir o discurso do pai.
Terceiro, submeter a disputa a um plebiscito sobre Lula, fortalecendo a rejeição ao petista entre setores de centro e deslocando o debate para a possibilidade de um quarto mandato do atual presidente.
A aposta final é pela “asfixia” de uma terceira via, hoje representada pelos três pré-candidatos filiados ao PSD: Eduardo Leite, Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado, com a leitura de que a eleição deste ano repetirá o embate Lula versus Flávio.
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