- Eduardo Bolsonaro elogiou a visita de Tarcísio de Freitas a Jair Bolsonaro no Complexo da Papuda, dizendo que o gesto “constrói pontes” e “fortalece laços”.
- O conteúdo das mensagens de Eduardo mostra um tom crítico recente anterior, quando chegou a dizer que Tarcísio devia tudo à família e era “um desconhecido” antes de ser ministro.
- O governador confirmou que pretende disputar a reeleição ao governo de São Paulo neste ano e mantém apoio a Flávio Bolsonaro para a presidência.
- A visita ocorreu por volta das 11h, com autorização do ministro Alexandre de Moraes, no regime fechado da Papuda; o encontro já havia sido marcado para a semana anterior, mas foi adiado.
- Tarcísio afirmou que está “no time” da oposição e contra o governo Lula, citando crises fiscal e moral da administração atual e destacando a necessidade de respeitar a história dos 60 milhões de votos de Bolsonaro.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visitou Jair Bolsonaro no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A passagem ocorreu por volta das 11h, com autorização do ministro Alexandre de Moraes. O encontro foi a primeira visita de Tarcísio desde a prisão em regime fechado.
Eduardo Bolsonaro elogiou o gesto, dizendo que a visita constrói pontes e fortalece laços. O tom do apoio contrasta com críticas recentes feitas por outros aliados, que chegaram a classificar Tarcísio como desconhecido antes de assumir o ministério do pai.
Primeiro encontro após a prisão
Tarcísio confirmou ao ex-presidente a intenção de disputar a reeleição ao governo de São Paulo neste ano. O governador também reiterou o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência, mantendo posição de respaldo à família.
A visita ocorreu após autorização do STF e estava inicialmente marcada para a semana anterior, mas adiou devido a compromissos políticos de Tarcísio. O contexto da reunião envolve a relação entre Bolsonaro e aliados que defendem agendas de oposição ao governo atual.
Tarcísio afirmou que é necessário respeitar a história de Bolsonaro e os 60 milhões de votos recebidos, ao reforçar o pedido pela liberdade do ex-presidente. Em tom público, o governador disse estar alinhado com a oposição e criticou as crises fiscal e moral do governo Lula.
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