- O PT divulgou um vídeo nas redes para chamar apoiadores ao ato “8 de janeiro: Brasil nas ruas pela democracia”.
- O ato está marcado para quinta-feira, 8 de janeiro, em Brasília, em memória das manifestações na Praça dos Três Poderes ocorridas há três anos.
- O vídeo traz fala de o presidente Lula dizendo que “eles querem que o 8 de janeiro caia no esquecimento” e que a direita tentou manter o poder “da forma mais cretina”.
- Imagens usadas no material incluem a quebra de vidraça na sede do Supremo Tribunal Federal, um princípio de incêndio e um policial sendo retirado de um cavalo por manifestantes.
- O ministro Flávio Dino afirmou que não teve acesso a todas as imagens das câmeras por questões contratuais; a Polícia Federal teria recolhido o material, e a oposição critica o uso da palavra democracia, citando Moraes.
O PT divulgou nesta segunda-feira 5 um vídeo nas redes sociais para convocar apoiadores ao ato Brasil nas ruas pela democracia, marcado para quinta-feira 8 em Brasília. A ação coincide com a memória das manifestações de 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes e com prisões e responsabilizações associadas a ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava nos Estados Unidos.
No material, há uma fala do presidente Lula sobre não deixar o 8 de janeiro esquecido e sobre críticas feitas pela direita, acompanhadas de imagens da invasão ao STF, de um incêndio iniciado em atos e de um policial sendo retirado de um cavalo por manifestantes. O vídeo encerra com a promessa de um ato simbólico em Brasília no dia 8.
A reunião de informações envolve ainda o ex-ministro da Justiça, hoje no STF, Flávio Dino, que enfrentou críticas por não ter entregue todas as imagens de câmeras de segurança. Dino alegou que houve problema contratual que levou à exclusão de algumas gravações; a Polícia Federal recolheu o que precisava e o inquérito, segundo ele, está sob sigilo.
Controvérsias e leituras políticas
A oposição questiona o uso do termo democracia, apontando possíveis violações de direitos humanos e do devido processo legal nas ações envolvendo o julgamento de 8 de janeiro. O foco recai sobre o relator Alexandre de Moraes, responsável pelos processos de todos os réus do 8 de janeiro e de investigações associadas a um possível golpe de Estado.
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