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PL e PSOL definem favoritos para atrair votos sem Eduardo, Zambelli e Boulos

PL busca manter a bancada em São Paulo com Renato Bolsonaro, Gil Diniz e Lucas Pavanato, enquanto PSOL investe em Érika Hilton e novas candidaturas

Renato Bolsonaro (à esq.), Natália Szermeta (centro) e Érika Hilton (à dir.) são apostas do PL e do PSOL para campeões de voto em 2026
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  • Em 2022, Guilherme Boulos (PSOL) teve 1.001.472 votos, Carla Zambelli (PL) 946.244 e Eduardo Bolsonaro (PL) 741.701, os três deputados federais mais votados de São Paulo, contribuindo para as bancadas.
  • Zambelli ficou inelegível por condenação do STF e está presa na Itália.
  • Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início do ano e é réu em processo no STF; pode ficar inelegível se condenado.
  • Boulos tornou-se ministro da Secretaria-Geral da Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva e afirma que não se licenciara para concorrer novamente.
  • Sem os puxadores, o PL aposta em Renato Bolsonaro, Gil Diniz e Lucas Pavanato; o PSOL investe em Érika Hilton, Natália Szermeta e novas candidaturas como Juliano Medeiros e Guilherme Cortez, além de tentar transferir domicílio eleitoral de Nikolas Ferreira para São Paulo.

Boulos (PSOL), Zambelli (PL) e Eduardo Bolsonaro (PL) foram os três deputados federais mais votados de São Paulo em 2022, somando quase 2,7 milhões de votos. Com a ausência deles, PL e PSOL repensam nomes para manter desempenho eleitoral.

Sem os puxadores de voto, o PL aposta em Renato Bolsonaro, Gil Diniz e Lucas Pavanato para reforçar sua bancada. Também circula a hipótese de transferir o domicílio eleitoral de Nikolas Ferreira para São Paulo, medida ainda não confirmada pelo parlamentar.

O PSOL tenta manter a força no estado com Érika Hilton, Natália Szermeta e novas candidaturas, como Juliano Medeiros e Guilherme Cortez, para sustentar a votação expressiva de 2022. A corrida paulista reúne estratégias distintas das duas legendas.

PL concentra apostas na família Bolsonaro e aliados

Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente, deverá disputar deputado federal pelo PL, com aval de Jair Bolsonaro. O número 2222 foi definido como herdeiro da votação de Eduardo.

Gil Diniz, hoje deputado estadual, figura como aposta para atrair eleitores bolsonaristas. Bosco de contato com Eduardo, a estratégia busca manter a atenção do segmento na corrida paulista.

Lucas Pavanato, vereador mais votado de São Paulo em 2024, entra na disputa federal para ampliar o alcance da legenda. A atuação nas redes sociais já compõe a base de apoio a pautas da direita.

O PL sustenta que tem estrutura maior de bancada e de fundos eleitorais, o que aumenta a confiança na performance de 2026, conforme declaração de André do Prado, dirigente da sigla.

PSOL aposta em renovação e capacetes regionais

Érika Hilton é a principal aposta para herdar o posto de puxadora de votos, ampliando o eleitorado além da bolha do PSOL. A legenda vê potencial para manter votação próxima à de Boulos.

Natália Szermeta, esposa de Guilherme Boulos, lança pré-candidatura para deputada federal, associada ao MTST para consolidar apoio de movimentos sociais.

O PSOL também aposta em nomes já ligados ao partido, como Juliano Medeiros e Guilherme Cortez, para ampliar o conjunto de candidaturas e manter o desempenho anterior. A estratégia foca em diálogo com novos segmentos do eleitorado.

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