- O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa de Jair Bolsonaro, mantendo o ex-presidente preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
- Moraes afirma que não houve agravamento da saúde de Bolsonaro; houve, na verdade, quadro de melhora após cirurgias eletivas, conforme laudos médicos.
- Bolsonaro foi internado em 24 de dezembro e teve alta hospitalar após as cirurgias eletivas.
- Médicos relataram dificuldades com crises de soluços, realizaram três procedimentos de paralisia do nervo frênico e apontaram oesofagite, uso de antidepressivos e necessidade de máscara para apneia do sono.
- Com a decisão, não há alteração no regime atual: Bolsonaro permanece preso na unidade da Polícia Federal.
O ministro Alexandre de Moraes negou nesta quinta-feira o pedido de prisão domiciliar humanitária para Jair Bolsonaro. O protocolo ocorreu na quarta, antes da alta prevista para 2026. Bolsonaro continua preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde 24 de dezembro.
Moraes manteve a decisão de indeferimento do pedido de 19/12/2025. A defesa alegou agravamento de saúde, mas o ministro afirmou que não houve piora, e sim melhora após cirurgias eletivas, conforme laudos médicos.
Laudos médicos apontam melhora clínica após as cirurgias eletivas; alta hospitalar ocorreu, mas a custódia permanece. Médicos relataram dificuldades com soluços, realizaram três procedimentos de paralisação do nervo frênico, apontam esofagite, uso de antidepressivos e máscara para apneia do sono.
Condições de saúde e desdobramentos
Bolsonaro segue sob custódia na capital federal, sem alteração de regime neste momento, conforme avaliação médica apresentada à Justiça. O caso repercute na atuação do STF e na tramitação de medidas relativas à saúde de agentes públicos.
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