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Delegada presa em esquema golpista pede ao STF visita de familiares no Ano-Novo

Delegada da Polícia Federal condenada na trama golpista pede ao STF autorização para visitas de familiares na prisão domiciliar durante a passagem de ano

Marília Alencar prestou depoimento à CPI do DF em março
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  • A delegada da Polícia Federal Marília Ferreira de Alencar, condenada pelo STF por envolvimento na trama golpista, está em prisão domiciliar determinada por o ministro Alexandre de Moraes.
  • A defesa protocolou ontem um pedido de autorização para receber visitas de familiares entre 31 de dezembro de 2025 e 1º de janeiro de 2026, com urgência solicitada.
  • O pedido inclui visitas de seis parentes e de três funcionários domésticos, como a mãe, o irmão, dois sobrinhos, o namorado de uma filha e outros familiares.
  • Também pediu que uma faxineira, uma empregada doméstica e um jardineiro possam frequentar a residência diariamente para prestar serviços, durante o período da passagem de ano.
  • Marília foi condenada a oito anos e seis meses de prisão; é a única mulher denunciada pela PGR na trama golpista, cuja defesa nega envolvimento e ainda cabe recurso.

A delegada da Polícia Federal Marília Ferreira de Alencar, condenada pelo STF por envolvimento na trama golpista e atualmente em prisão domiciliar, protocolou um pedido de visita de familiares em sua residência para a passagem do Ano Novo. O requerimento foi feito à decisão do ministro Alexandre de Moraes, que impôs a medida.

A defesa pediu autorização para receber seis parentes e três funcionários domésticos entre 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2026. Entre os solicitantes estão dois sobrinhos, o namorado de uma filha, além de mãe e irmão da delegada. A intenção é reunir a família durante o período festivo.

Além das visitas, a defesa solicita a presença diária de uma faxineira, uma empregada doméstica e um jardineiro para manter os serviços na residência de Marília, que fica em Brasília. Ela utiliza tornozeleira eletrônica para cumprir a prisão domiciliar, estabelecida pela Justiça.

Marília foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão, sendo a única mulher denunciada pela PGR no caso da trama golpista. Segundo a apresentação da acusação, ela atuava como diretora de Inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública e contribuiu para impedir que eleitores do Nordeste votassem no segundo turno das eleições de 2022. A defesa nega participação e ainda há recursos pendentes.

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