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Moraes decreta prisão preventiva de Silvinei Vasques após captura no Paraguai

Moraes decreta prisão preventiva de Silvinei Vasques após detenção no Paraguai; ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal já tinha condenação de 24 anos e seis meses

Silvinei Vasques teve medidas cautelares convertidas em prisão preventiva por Moraes. (Foto: Bruno Spada/Câmara)
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  • O ministro Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva de Silvinei Vasques após a detenção dele no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, no Paraguai.
  • Vasques é ex-presidente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e já havia sido condenado a vinte e quatro anos e seis meses de prisão em ação penal relacionada a operações no Nordeste para tentar impedir a votação de Lula em dois mil e vinte e dois.
  • Ele atuava como secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação do município de São José, em Santa Catarina, e pediu exoneração após a prisão.
  • A prefeitura de São José informou em nota que agradece pela contribuição prestada por Vasques.
  • A prisão preventiva foi decretada nesta sexta-feira, dia dezesseis, conforme divulgado pelo STF.

O ministro do STF Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva de Silvinei Vasques, ex-presidente da Polícia Rodoviária Federal. A decisão foi tomada após Vasques ser detido no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, no Paraguai, nesta sexta-feira (16).

Vasques já havia sido condenado a 24 anos e seis meses de prisão em ação penal relacionada à ordem de operações no Nordeste com o objetivo de impedir a votação de Lula em 2022. A acusação envolve tentativas de influenciar o pleito naquele ano.

O ex-diretor-geral da PRF atuava, anteriormente, como secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação em São José (SC). Ele pediu exoneração após a prisão, segundo afirmou a prefeitura da cidade, que agradeceu pela contribuição prestada.

A prisão preventiva foi oficialmente decretada pelo ministro Moraes após a detenção ocorrida no Paraguai, em razão de oitiva de novas informações no caso. A cooperação entre autoridades brasileiras e paraguaias acompanha o desdobramento da investigação.

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