- O diretor-geral da ABC, Hugh Marks, defendeu as jornalistas Laura Tingle e Sarah Ferguson após críticas à cobertura do ataque de Bondi, que matou quinze pessoas e deixou dezenas feridos.
- Marks descreveu o ataque como um evento traumático para a Austrália e para a comunidade judaica, e expressou as melhores condolências a este grupo.
- A crítica a Tingle envolve o episódio de dezoito de dezembro no podcast Politics Now, em que ela afirmou que as ações dos atiradores não teriam relação com a religião; ele disse que a análise não minimizou o terrorismo nem os direitos dos judeus de se sentirem seguros.
- Ferguson foi criticada pela entrevista com Josh Frydenberg no programa 7.30, em dezoito de dezembro, ao questionar se as falas dele constituíam uma punição pessoal ao primeiro-ministro; Frydenberg rebateu dizendo que houve ofensa.
- Marks afirmou que, em momentos como este, é compreensível a busca por respostas, mas que as revisões precisam ser factuais e precisas.
O ABC defendeu Laura Tingle e Sarah Ferguson após críticas à cobertura do ataque de Bondi, que deixou 15 mortos e dezenas feridos na primeira noite de Hanucá. A diretoria ressaltou o impacto do ataque para a comunidade judaica e a necessidade de esclarecer os fatos.
Hugh Marks emitiu nota na segunda-feira, afirmando que as críticas a Tingle e Ferguson são infundadas e reiterando o compromisso do grupo com a precisão. O episódio de Politics Now, de 16 de dezembro, gerou questionamentos sobre a relação entre religião e atos de violência, segundo o presidente.
Contexto e defesa
Tingle participou do Politics Now para debater temas emergentes no debate público após Bondi, mantendo que as ações dos ofensores não devem ser associadas à religião de maneira simplista. A declaração do canal enfatizou que a análise não minimiza o terrorismo nem a necessidade de combater o antissemitismo.
Ferguson foi alvo de críticas por uma entrevista com o ex-ministro Josh Frydenberg, em 7.30, de 17 de dezembro. A pauta abordou a fala de Frydenberg no Bondi Pavilion, relacionada a responsabilização política do governo. Marks disse que a pergunta sobre retorno à política foi legítima para a jornalista.
Reação institucional
Marks afirmou que questionamentos sobre o papel da imprensa em momentos de tragédia são compreensíveis, desde que baseados em fatos. O executivo destacou a importância de avaliações factuais e precisas sobre o papel da ABC na promoção de uma sociedade coesa e informada.
A defesa do ABC busca manter a confiança do público e a neutralidade na cobertura de eventos de grande repercussão. O canal destaca o compromisso com a segurança da comunidade e a qualidade jornalística em tempos de crise.
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