- O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa de Jair Bolsonaro, apresentado em sexta-feira e rejeitado na manhã de sábado.
- A defesa sustenta que o quadro clínico de Bolsonaro envolve doenças permanentes e sequelas da facada de 2018, exigindo monitoramento médico constante e deslocamento rápido para atendimento especializado.
- Bolsonaro foi preso preventivamente na manhã de 22 de novembro, após a Polícia Federal apontar risco de fuga e possível rompimento da tornozeleira eletrônica.
- Ele foi levado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília por volta das 6h35.
- A prisão não implica início de cumprimento de pena no caso do golpe de Estado, no qual ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.
Jair Bolsonaro foi preso preventivamente na manhã de 22 de novembro pela Polícia Federal. O motivo relatado é o risco de fuga e a possibilidade de rompimento da tornozeleira eletrônica, segundo autoridades policiais.
A prisão ocorreu na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A medida foi comunicada após a vigilância de apoiadores convocados para o período próximo à detenção e a observação de alerta de tentativa de violar o dispositivo.
A defesa havia pedido prisão domiciliar humanitária, argumentando se tratar de quadro clínico incompatible com regime fechado. Os advogados citaram doenças permanentes e sequelas da facada de 2018, que exigem monitoramento médico constante.
Segundo eles, o tratamento adequado demanda atendimento especializado rápido, o que não seria viável sob regime fechado. A decisão de Moraes, no entanto, manteve o cenário para eventual continuidade da regular tramitação do caso.
Não há início imediato de pena pelo caso relacionado ao alegado plano para manter Bolsonaro no poder após as eleições de 2022. A prisão não significa, ainda, a execução de pena pelo processo do golpe.
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