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Moraes nega prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro

Moraes nega prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro; 29 pedidos de visitas prévias à preventiva são prejudicados e recursos cabíveis serão apresentados

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, julgou prejudicado o pedido de concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou a prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após decretar a prisão preventiva.
  • Moraes também julgou prejudicados 29 pedidos de autorização de visitas feitos por aliados de Bolsonaro antes da preventiva.
  • A custódia foi cumprida na manhã de sábado, e Moraes cancelou as autorizações de visitas que haviam sido concedidas previamente.
  • Os advogados de Bolsonaro afirmaram que pretendem entrar com embargos infringentes e agravos contra a condenação, após a decisão.
  • A efetivação de eventual cumprimento da pena definitiva depende do trâmite recursal, sem previsão de início imediato após os recursos.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, julgou prejudicados 29 pedidos de autorização de visitas feitos por aliados de Jair Bolsonaro antes da prisão preventiva. A custódia do ex-presidente foi decretada na manhã deste sábado.

Moraes também negou o pedido de prisão domiciliar humanitária, por não ser cabível diante da decretação da preventiva. A decisão foi publicada no despacho assinado neste sábado, 22, no âmbito da ação penal do 8 de janeiro.

A defesa havia alegado risco à integridade física e à vida de Bolsonaro caso cumprisse pena em regime fechado. Eles anunciaram recursos cabíveis, incluindo embargos infringentes e agravos, para tentar eventual cumprimento da pena apenas após o trâmite recursal.

Decisões do STF sobre visitas e recursos

As autoridades cancelaram as autorizações de visitas concedidas anteriormente, com a imposição da custódia. Não houve análise de mérito sobre os pedidos prejudicados, conforme entendimento do tribunal. Os advogados trabalham para o andamento dos recursos.

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