- Flávio Bolsonaro reagiu, em live no YouTube, à prisão preventiva de Jair Bolsonaro determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, citando tristeza do país com mais um capítulo da democracia.
- Bolsonaro foi levado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília; a decisão citou a vigília convocada por Flávio para as 19h no balão do Jardim Botânico como risco.
- Flávio contestou a interpretação de criminalização de reunião e oração, afirmou que houve julgamento político e destacou suposto “processo forjado” e provas que, segundo ele, favorecem o pai.
- O senador negou a ideia de tentativa de manipular a tornozeleira eletrônica durante a madrugada e ressaltou o forte aparato de fiscalização no condomínio onde o ex-presidente mora.
- Os irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro também se manifestaram; Carlos criticou a narrativa da “orquestra” para pressionar Bolsonaro, enquanto Eduardo pediu aos apoiadores que não desanimem e que trebações por justiça e anistia continuem.
O senador Flávio Bolsonaro reagiu neste sábado à prisão preventiva do pai, Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. A prisão foi decretada pela Justiça Federal e o ex-presidente foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A família sustenta que não houve crime por parte de Bolsonaro.
Durante uma live no YouTube, Flávio criticou a decisão e a interpretação de que houve risco associado à vigília convocada por ele para as 19h, no balão do Jardim Botânico, próximo ao condomínio onde o ex-presidente reside. O senador afirmou que houve violação de direitos constitucionais de reunião e de oração, sem apresentar provas de irregularidades.
Ele também contestou a versão de que houve tentativa de manipular a tornozeleira eletrônica de Bolsonaro, questionando a lógica de planejar uma fuga para agir mais tarde. Flávio destacou o aparato de vigilância no condomínio, com policiais na porta 24 horas, câmeras voltadas para a rua e inspeções diárias.
Repercussões familiares
Irmãos de Jair Bolsonaro, Carlos e Eduardo, também se manifestaram nas redes sociais. Carlos sinalizou que a operação foi usada para pressionar o ex-presidente, sugerindo planos de neutralização e insinuando pressões para enfraquecer o movimento de apoiadores. Eduardo pediu aos apoiadores que mantenham a mobilização e afirmaram que a causa continua.
A legenda da defesa de Bolsonaro sustenta que as provas nos autos favorecem o ex-presidente, descrevendo a prisão como parte de um que não se encerra. A defesa do caso continua buscando esclarecer os elementos utilizados pela Justiça e afirmou que continuaria atuando por justiça no Brasil.
Entre na conversa da comunidade