- Jair Messias Bolsonaro foi preso preventivamente por determinação do ministro Alexandre de Moraes e levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília por volta das 6h35.
- A prisão teve como objetivo garantir a ordem pública durante a vigília convocada nas proximidades do condomínio onde o ex-presidente mora.
- A justificativa envolve suposta violação da tornozeleira e a hipótese de fuga, com a ideia de refugiar-se na embaixada dos Estados Unidos.
- A embaixada dos Estados Unidos no Brasil criticou a prisão e afirmou que Moraes expôs o Supremo Tribunal Federal à vergonha e ao descrédito internacional.
- O comunicado estadunidense expressou preocupação com o que consideram ataque ao estado de direito e à estabilidade política no Brasil.
Jair Messias Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal, determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para manter a ordem pública diante de uma vigília convocada perto do condomínio onde o ex-presidente mora. Ele já estava em prisão domiciliar com vigilância rígida e restrições de comunicação.
A prisão ocorreu na Superintendência da PF em Brasília por volta de 6h35 deste sábado. Moraes apontou risco de violação da tornozeleira e de fuga, com a hipótese de refugiar-se na embaixada dos Estados Unidos, a cerca de 13 quilômetros do local.
A operação mobilizou a PF no cumprimento de ordem judicial, vinculada à organização da vigília e à tentativa de desestabilizar o ambiente próximo ao condomínio. A medida também busca evitar que o movimento cause tumulto durante a vigília.
A embaixada dos EUA manifestou preocupação com a prisão, criticando a atuação do STF e o que chamou de desrespeito a normas de autocontenção judicial. O órgão fly termo expressou que a ação ge
e a retórica associada colocam em risco a estabilidade política no Brasil. A declaração foi publicada nas redes sociais do embaixador.
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