- O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) foi preso preventivamente pela Polícia Federal na manhã de sábado, em Brasília, para preservar a ordem pública devido à vigília prevista nas proximidades de seu condomínio.
- Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília por volta das 6h35 e fica em uma sala de Estado, modelo já utilizado para Lula e Temer em ocasiões anteriores.
- A sala de Estado da PF em Brasília conta com mesa, cadeira, cama de solteiro, banheiro privativo, ar-condicionado, janela, armário e frigobar.
- A prisão preventiva foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- Segundo Moraes, houve tentativa de violar a tornozeleira às 0h08 de hoje, com hipótese de fuga para a embaixada dos Estados Unidos, localizada a cerca de 13 quilômetros do condomínio, cerca de quinze minutos de carro.
O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal nesta manhã em Brasília, para conter a ordem pública diante da vigília próxima ao seu condomínio. A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, e ele foi levado à superintendência da PF por volta das 6h35.
Bolsonaro ficará em uma sala de Estado na PF, local comum a autoridades e ex-presidentes presos, como Lula e Temer. O espaço conta com mesa, cadeira, cama, banheiro privativo, ar-condicionado, janela, armário e frigobar, conforme relatos da PF.
Medidas de custódia e motivação da prisão
Segundo Moraes, a prisão visa impedir transtornos à ordem pública durante a vigília envolvendo apoiadores. O ministro citou ainda que houve notificação do Centro de Integração de Monitoração Integrado do DF sobre uma tentativa de violação da tornozeleira eletrônica às 0h08 deste sábado, o que reforça a avaliação de risco de fuga.
Relatos indicam que a suposta tentativa de romper o monitoramento seria para facilitar a fuga de Bolsonaro, caso haja saída do condomínio. A hipótese é de que ele buscaria refúgio na embaixada dos Estados Unidos, situada a cerca de 13 quilômetros do local, em trajeto estimado de 15 minutos de carro.
Não há confirmação de que o uso da tornozeleira tenha sido efetivamente rompido. O STF e a PF seguem apurando as circunstâncias do incidente, assim como possíveis desdobramentos da vigilância montada em torno do ex-presidente.
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