- O ex-presidente Jair Bolsonaro segue sob monitoramento com tornozeleira eletrônica, com relatório detalhando danos no dispositivo.
- Um vídeo da Polícia Federal mostra Bolsonaro afirmando ter usado ferro de solda no aparelho, por curiosidade.
- Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seap-DF), o dispositivo apresentava avarias e “marcas de queimadura” ao redor do case, sem rompimento da pulseira.
- O relato indica que a intervenção ocorreu no final da tarde e que o case da tornozeleira foi violado, mas a pulseira permaneceu intacta.
- O relatório cita que Bolsonaro facilitou o rápido acesso da equipe à residência e afirma que a violação do dispositivo foi usada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes para decretar a prisão preventiva.
O ex-presidente Jair Bolsonaro está sob monitoramento com tornozeleira eletrônica. Um vídeo divulgado pela Polícia Federal mostra Bolsonaro falando sobre o uso de ferro de solda para o dispositivo. O registro consta de um relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seap-DF).
A conversa ocorre na madrugada de sábado, com uma policial questionando se houve tentativa de queimar o equipamento. Bolsonaro afirma ter usado ferro de solda por curiosidade, sem mencionar quem o orientou ou qual foi o objetivo. Em seguida, ele nega ter arrancado a pulseira.
O relatório da Seap-DF aponta avarias no dispositivo e marcas de queimadura ao redor do case, local de encaixe. A pulseira, segundo o documento, permanece aparentemente intacta, embora o case tenha sido violado.
Ainda segundo o documento, o ex-presidente teria iniciado a manipulação no final da tarde, facilitando o acesso da equipe à residência. A violação do dispositivo foi citada pelo ministro Alexandre de Moraes como justificativa para a decretação de prisão preventiva.
Entre na conversa da comunidade