- Prisão preventiva de Jair Bolsonaro decretada pelo ministro Alexandre de Moraes na manhã de sábado, por risco de fuga, obstrução e vigília pacífica em frente ao condomínio.
- Bolsonaro foi levado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília por volta de 6h35, sob a justificativa de garantir a ordem pública devido à vigília perto de sua residência.
- O Centro de Monitoramento informou suposta violação da tornozeleira às 0h08, com avaliação de possível tentativa de fuga facilitada pela manifestação.
- Moraes afirmou que a proximidade da residência com a Embaixada dos Estados Unidos, a cerca de treze quilômetros, indicaria alta possibilidade de fuga, o que embasaria a prisão.
- O advogado Martin de Luca, representante da Rumble e da Trump Media, chamou a decisão de insulto a Trump e a Marco Rubio, alegando falta de provas e motivação política.
Jair Bolsonaro teve prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, sob a justificativa de risco de fuga, obstrução e vigilância pacífica em frente ao seu condomínio. O registro ocorreu na manhã de sábado, em Brasília, e a medida visa garantir a ordem pública diante de uma vigília convocada por apoiadores nas proximidades do imóvel. A decisão levou em conta a proximidade dele com a Embaixada dos EUA, a cerca de 13 quilômetros, e o histórico processual ligado à AP 2.668/DF.
Segundo o despacho, houve comunicação do Centro de Integração de Monitoração Integrado do DF sobre uma suposta violação da tornozeleira às 0h08, o que, somado à movimentação da vigília, sustentaria a necessidade de medidas restritivas. Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília por volta das 6h35. A defesa sustenta que não houve provas de risco de fuga e que não haveria motivo para a prisão.
Posicionamento da defesa: Martin de Luca, advogado da Rumble e da Trump Media, criticou a medida em redes sociais, afirmando tratar-se de “insulto a Trump e a Marco Rubio” e alegando falta de provas. O jurista disse ainda que a distância até a embaixada não configura plano real de fuga e questionou a fundamentação apresentada pelo STF.
Em nota, a defesa de Bolsonaro aponta que a hipótese de fuga para a embaixada é improvável e aponta inconsistências no enquadramento legal utilizado para a prisão preventiva, sem afirmar condições de violência ou desrespeito ao due process. A situação permanece em avaliação pelas autoridades, sem informações oficiais sobre desfechos imediatos.
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