- Com 99,9% dos votos apurados, a direita se torna força majoritária no Congresso chileno, com 76 dos 155 deputados.
- O Partido Republicano, ligado a Kast, terá 31 cadeiras na Câmara dos Deputados.
- No Senado, a frente de direita passa de 1 para 5 cadeiras, consolidando seu avanço institucional.
- Kast ficou em segundo lugar no primeiro turno, atrás de Jeannette Jara, e disputa o segundo turno em 14 de dezembro.
- A aliança de direita recebeu apoio público de Evelyn Matthei e Johannes Kaiser, fortalecendo a frente conservadora.
Na contagem oficial de 99,9% dos votos, a direita surge como força majoritária no Congresso chileno. O resultado reduz o espaço do centro-esquerda na Câmara e no Senado, apontando para acenos de gestão conservadora.
Na Câmara dos Deputados, a aliança de direita soma 76 de 155 assentos, com o Partido Republicano atingando 31 cadeiras. No Senado, os blocos de direita passam de 1 para 5 cadeiras, ampliando o poder da coalizão.
José Antonio Kast, que disputará o segundo turno presidencial com Jeannette Jara, mantém fragilidade na chapa, mas o desempenho legislativo fortalece o respaldo à agenda de direita. Jara lidera o primeiro turno e disputa o pleito em 14 de dezembro.
O Partido Republicano, de atuação de direita a extrema, tornou-se a principal força na Câmara Baixa. A eleição anterior contabilizou nove deputados para o partido, que agora chega a 31. A projeção reforça a configuração de governo conservador.
Em relação ao Senado, a direita amplia sua presença de 1 para 5 cadeiras, superando as 23 vagas dos partidos de esquerda. A coalizão de Kast também recebe apoio público de candidaturas rivais de direita.
Destaques da noite incluem o apoio público de Evelyn Matthei e do deputado Johannes Kaiser à aliança de direita, fortalecendo a frente conservadora e consolidando a vantagem para o segundo turno. Matthei integra o espectro de centro-direita.
Franco Parisi, do Partido da Gente, ficou em segundo lugar entre os candidatos de direita na disputa presidencial, com 14 deputados eleitos, porém sem cadeiras no Senado. Os resultados indicam a contestação ao centro-esquerda na legislatura que começa em março.
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