- O ex-presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), espera público de 500 mil pessoas na manifestação pró-anistia aos presos de 8 de janeiro, marcada para este domingo, às 10h, em Copacabana.
- O evento ocorre em meio a tramitação de um projeto de lei sobre a anistia e à revogação de medida que impedia contato entre Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente do PL.
- Nesta quarta-feira, 12, Bolsonaro e Costa Neto se reuniram pela primeira vez em um ano, discutindo a necessidade de unir a direita para as próximas eleições.
- Bolsonaro reiterou que, por enquanto, é candidato à presidência em 2026, ressaltando a importância de uma bancada de aliados para o próximo ano, com objetivo de restaurar a democracia no país.
- O ex-presidente comentou a possibilidade de unificar candidaturas no segundo turno, disse que seria melhor que diferentes partidos se acertassem, e classificou as acusações sobre o 8 de janeiro como infundadas. Também afirmou que a manifestação em Copacabana pode marcar a direita, destacando que “só a direita leva um povo para a rua.”
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que espera um público de 500 mil pessoas na manifestação a favor da anistia aos presos de 8 de janeiro, marcada para este domingo (16) em Copacabana. O evento ocorre em um contexto em que tramita um projeto de lei sobre a anistia e após a revogação de uma medida que impedia o contato entre Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
Nesta quarta-feira (12), Bolsonaro e Costa Neto se reuniram pela primeira vez em um ano, discutindo a importância de unir a direita para as próximas eleições. O ex-presidente reiterou que, “por enquanto, sou candidato” à presidência em 2026, apesar de sua inelegibilidade. Ele enfatizou a necessidade de uma boa bancada de aliados para o próximo ano, visando restaurar a democracia no país.
Bolsonaro também comentou sobre a união de candidatos no segundo turno. “Seria melhor coisa a fazer”, disse, referindo-se à possibilidade de diferentes partidos lançarem seus candidatos e se unirem posteriormente. Ele ainda se manifestou sobre as acusações relacionadas ao 8 de janeiro, considerando-as infundadas e parte de um ataque político para afastá-lo do cenário eleitoral.
O ex-presidente expressou confiança de que a manifestação em Copacabana será um marco para a direita, destacando que “só a direita leva um povo para a rua.” O evento está programado para as 10h e promete mobilizar um grande número de apoiadores.
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