- Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, desde terça-feira, 16, após apresentar vômitos, tontura e queda de pressão arterial.
- O boletim médico de quarta-feira, 17, indica anemia persistente e alterações na função renal, com elevação da creatinina.
- Ele chegou ao hospital desidratado e com frequência cardíaca elevada. Exames, incluindo uma ressonância magnética do crânio, não mostraram alterações agudas.
- A internação foi considerada uma emergência, dispensando autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Esta é a segunda internação de Bolsonaro em menos de uma semana.
- O ex-presidente cumpre prisão domiciliar desde agosto, após ser condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe e outros crimes.
O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star, em Brasília, após ser admitido na terça-feira, 16, com vômitos, tontura e queda de pressão arterial. O boletim médico divulgado nesta quarta-feira, 17, informa que ele apresenta anemia persistente e alterações na função renal, com elevação da creatinina.
Bolsonaro chegou ao hospital desidratado e com frequência cardíaca elevada. Os exames realizados incluíram uma ressonância magnética do crânio, que não mostrou alterações agudas. Após tratamento com hidratação e medicamentos, o ex-presidente apresentou melhora parcial, mas continua sob observação médica.
Detalhes da Internação
A internação foi recomendada pela equipe médica devido a um quadro de mal-estar e pré-síncope. O médico Cláudio Birolini, responsável pelo atendimento, destacou a necessidade de avaliação clínica e exames complementares. Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, relatou que o pai teve um episódio de pressão baixa antes de ser levado ao hospital.
Esta é a segunda internação de Bolsonaro em menos de uma semana. No domingo, 14, ele havia sido hospitalizado e diagnosticado com anemia e pneumonia residual. A nova internação foi considerada uma emergência, dispensando autorização prévia do Supremo Tribunal Federal (STF).
Implicações Legais
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde agosto, após ser condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe e outros crimes. A defesa do ex-presidente pode utilizar seu estado de saúde para solicitar que ele continue cumprindo a pena em regime domiciliar. O impacto emocional da condenação também foi mencionado como um fator que pode ter agravado sua saúde.
Os médicos que acompanham Bolsonaro estão atentos à sua condição, que exige monitoramento constante. A situação de saúde do ex-presidente continua a ser um tema de preocupação, tanto para sua família quanto para o público em geral.
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