- Parlamentares bolsonaristas intensificaram a ofensiva internacional contra críticos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) pediu atenção do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e do vice-secretário Christopher Landau, direcionando críticas ao ator Wagner Moura.
- Gayer acusou Moura de apoiar o ministro Alexandre de Moraes e criticar Trump, chamando-o de “extremista”.
- O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também se manifestou, sugerindo o cancelamento de vistos de influenciadores brasileiros críticos a Trump, como Whindersson Nunes e Pedro Certezas.
- A estratégia busca mobilizar aliados republicanos no Congresso americano e deslegitimar vozes críticas no Brasil, refletindo a polarização política entre os dois países.
Parlamentares bolsonaristas intensificaram sua ofensiva internacional contra críticos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do atual presidente dos EUA, Donald Trump. O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) utilizou suas redes sociais para direcionar uma mensagem ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e ao vice-secretário Christopher Landau. Gayer pediu que eles prestassem atenção ao ator Wagner Moura, que reside em Los Angeles, acusando-o de apoiar o ministro Alexandre de Moraes e criticar Trump.
Gayer afirmou que Moura estaria “atacando Trump e dizendo que os EUA agora são uma ditadura”, sugerindo que o artista é um “extremista”. A postagem incluiu uma entrevista do ator à BBC Brasil, onde Moura comentou que os americanos teriam “inveja” do Brasil pela condenação de Bolsonaro a 27 anos de prisão.
Mobilização de Influenciadores
Além de Gayer, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também se manifestou nas redes sociais, marcando autoridades dos EUA e sugerindo que o país considerasse o cancelamento de vistos de influenciadores brasileiros críticos a Trump, como Whindersson Nunes e Pedro Certezas. Essa estratégia visa mobilizar aliados republicanos no Congresso americano, buscando enquadrar opositores no Brasil como “extremistas”.
A ação dos parlamentares reflete uma tentativa de pressionar por retaliações diplomáticas e fortalecer laços com a política americana, enquanto tentam deslegitimar as vozes críticas no Brasil. A ofensiva destaca a crescente polarização política entre os dois países e o uso das redes sociais como ferramenta de mobilização.
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